Eu não sei quem foi que teve a genial ideia de adaptar a, já sensacional, campanha do Metro de Melbourne, na Austrália, mas o vídeo Dumb Ways to Die in Rio é um retrato dos problemas sociais do Rio de Janeiro em forma de vídeo bonitinho. E ficou muito bom:
A Campanha original é da McCann Melbourne e levou 5 GP em Cannes. O vídeo original pode ser visto abaixo:
O pior de tudo é saber que os dois vídeos só ilustram acontecimentos reais…
Qual publicitário nunca se imaginou dentro de O Aprendiz? O reallity show da Rede Record sempre foi sucesso, mas a verdade é que desde a saída de Roberto Justus da emissora, o programa não empolgava.
Eu acho que o Justus se deu bem em outros programas, como o Roberto Justus +, que ainda está na grade da emissora, mas com O Aprendiz eu acho que ele atingiu o ápice. Unindo o melhor do apresentador com o melhor do publicitário, Justus era a alma do programa, que agora está de volta trazendo 15 ex-participantes.
Roberto Justus em coletiva – Divulgação
A parte legal é que todos os participantes foram escolhidos pelo próprio apresentador, que prometeu ser implacável. “Ainda não vamos revelar quem são, pois eles têm um contrato de sigilo com a gente. Ainda tenho contato com muitos deles, mas a amizade vai acabar assim que eu entrar na sala. Vou pressioná-los como eles nunca imaginaram na vida deles. Uma coisa é você errar uma vez. Errar duas vezes é burrice.” disse Roberto Justus.
Um dos conselheiros será Walter Longo, a outra será uma mulher com o nome ainda não divulgado. Não que isso seja relevante..
O programa tem estreia prevista para a segunda semana de setembro e vai durar até o dia 17 de dezembro, com a final exibida ao vivo. No começo, o reality show será transmitido uma vez por semana, mas na reta final passará para duas vezes. Coisas da Record.
Eu tenho um carinho especial pelo Firefox e demorei a largar dele para adotar o Chrome. Embora seja um excelente navegador para desktops, o Firefox perdeu um mercado enorme para o navegador da Google, que em pouco tempo abocanhou usuários de todos os navegadores possíveis, mas a Mozilla não quer ficar pra trás de jeito nenhum, e assim como o Google fez em 2011, a empresa apresentou um logo mais minimalista e moderno.
Tudo bem, a mudança não foi tão grande assim, mas ficou perceptivelmente mais limpo e bonito. Veja as alterações:
Dentre as alterações relatadas em inglês na imagem acima podemos ressaltar:
Remoção de um alto brilho aplicado no globo
Degradês mais suaves e profundos para um melhor contraste
Remoção de detalhes e simplificação do elemento que representa a raposa
Estilização do braço da raposa para adição de um ombro
Adição de uma fina borda para melhor contraste em vários planos de fundo
Melhoria das curvas da cauda, remoção de detalhes e clareamento da região para melhor visualização em tamanhos menores.
Eu, particularmente, acho que a mudança deveria ser maior, mas uma raposa e um mundo não deve ser nada fácil de simplificar sem correr o risco de descaracterizar a marca.
Que o bom gosto continue inspirando os designers do Firefox e reflitam no navegador.
Eu já disse em milhares de oportunidades e não custa voltar a falar. Na minha opinião, o Twitter é a melhor rede social de que eu já tive notícia. É uma pena que a ascenção da rede no Brasil, que começou por volta de 2009, foi canibalizada pelo Facebook nos dois anos seguintes. Mas parece que o passarinho azul está mesmo interessado no nosso país, pois depois da contratação de Guilherme Ribenboim como Diretor Geral da empresa por aqui o mais recente contratado é Cadu Aun, que será diretor de Trade Marketing.
Com 10 anos de experiência na área de publicidade digital e após trabalhar em grandes empresas do ramo como Terra e comandar o Vírgula, o publicitário será responsável por trabalhar o posicionamento do Twitter e a estratégia de trade da empresa no país.
Espero que a nova contratação faça com que o share da empresa volte a subir em terras tupiniquins, afinal, por aqui a rede social está atrás até mesmo do Orkut e Yahoo! Respostas.
Desde o Droid, conhecido aqui como Milestone a Motorola não conseguiu se firmar no mercado de Smartphones. Tentando pegar o embalo das marcas MotoBlur e Razr criadas lá atrás, a empresa achou que o share of mind iria alavancar as vendas e deixou de investir em inovação. O resultado a gente já sabe: sangria de dinheiro e uma venda para o Google que praticamente dava a empresa junto com as patentes.
Embora o Google tenha afirmado categoricamente que herdou uma linha de produtos que poderiam ser lançados em até 18 meses subsequentes à compra, as coisas melhoraram para a empresa desde então. Mas parece que esses produtos adquiridos junto às patentes estão prestes a chegar ao fim e a empresa quer que seus consumidores potenciais não só saibam disso, como saibam que a empresa toda está sendo reformulada. É o que sugerem as especulações realizadas pelo Android Community na conta do Behance de B. A. Bäken.
No perfil de Bäken há dois álbuns intrigantes de trabalhos que o próprio Designer relata ter feito para a Motorola. E o que tem demais nestes trabalhos? Bem. Eles indicam um “sumiço” repentino da Motorola com um discurso de encher os olhos:
“Não somos bons com despedidas. Ninguém é. Elas são difíceis e tristes. Mas a hora chegou. Após quase um século de inovação, nós precisamos dizer adeus. Adeus ao primeiro celular móvel, ao Razr, ao joguinho da cobra. Adeus à Motorola como é moldada hoje. É hora de começar criar o amanhã. Mudanças estão vindo – novas faces, novas ideias, novas tecnologias. A Motorola que irá retornar não será mais a empresa que você conheceu. Mas nós temos alguns trabalhos para fazer. Então, até que estejamos prontos, estamos nos ausentando. Sem novas propagandas ou tuítes… sem atualizações no site. Apenas silêncio até que iniciemos nosso próximo capítulo.
Até nosso novo encontro, adeus Moto.”
Tudo muito lindo, mas seria o fim da Motorola? Trocarão de nome? A empresa vai deixar de existir?
Aí é que entra o segundo álbum. Intitulado Hello Again o que podemos perceber é que a empresa voltaria algum tempo depois com uma campanha de “Olá novamente”, com uma identidade coloridamente hipster:
Daí por diante podemos ver diversas mensagens como “O que poderíamos mudar? Que tal tudo?”
Ou outra que diz algo como: “Uma palavra para o bilhão de pessoas que o mundo nunca ouviu antes. Olá.”
Há quem diga que o telefone da primeira imagem pode ser o Phone X, um smartphone que estaria prestes a ser lançado pela companhia pertencente ao gigante das buscas, mas eu tenho sinceras esperanças de que não seja, porque aparentemente não há nada novo na imagem. Parece qualquer Razr HD da vida…
Se isso realmente acontecer vai ser a primeira vez em que eu verei uma empresa investindo em mídia pra dizer que está indo embora. Se a sacada vai dar certo eu não sei, mas isso chega até a lembrar um pouco o que a Apple fez com a campanha Think Different, em 97, quando a empresa se encontrava mais ou menos na mesma situação que a Motorola.
Vamos esperar pra ver e torcer pra que as novidades sejam realmente surpreendentes.
Parece que o comercial “Pra Ser Feliz” deu tão certo que o Pão de Açúcar resolveu continuar a investir em novos anúncios com a Clarice Falcão.
Com sacadas legais como “Nem todo eco é chato, chato é o eco que repete. Só que a gente não é ecochato” e a doce presença da Clarice, o comercial tem como intenção transmitir o assunto sustentabilidade de forma cômica e sutil. Aproveitando para inserir um pouco mais de marca e utilizando o PDV como cenário, ao contrário do que vimos no filme anterior.
O novo comercial com estreia prevista para hoje, 25.
Esse ano parece que foi o ano das conferências pra desenvolvedores. Já falamos aqui do Google I/O, da WWDC, da Apple e agora é a vez de mais um grande player apresentar suas novidades em um evento próprio para desenvolvedores. A Build 2013 da Microsoft acontecerá entre os dias 26 e 28 e da mesma forma que os eventos dos concorrentes, o evento é para desenvolvedores, mas muitas novidades atingem nós, usuários finais. Vamos ver o que algumas especulações indicam:
Windows 8.1
O Windows 8 foi dito como uma reformulação total do sistema da Microsoft, entretanto, o que realmente se fez diferente no sistema foi a perda do botão iniciar e uma reestruturação do menu iniciar para grandes blocos e a adoção de aplicativos para a interface Metro/Modern/WTF que funcionam bem em tablets e computadores com telas sensíveis ao toque, mas são completamente pouco utilizáveis para utilizadores que portam um mouse.
O Windows 8.1 já teve até um vídeo divulgado pela própria Microsoft, onde ela mostra entre outros recursos, a volta do botão iniciar. Eu não sei porque eu ainda acredito no Windows, mas espero realmente que venha algo a acrescentar aos PCs.
Internet Explorer 11
O navegador que a maioria das pessoas amam odiar também poderá receber atualizações, mas se seguir o ritmo de novidades da empresa, a maior parte delas deve se concentrar à interface voltada para dispositivos com entrada de toque.
Xbox One
Ainda não há muitas especulações sobre o novo console além do que foi mostrado no último evento da empresa, mas há esperanças de que apareçam as novas mudanças de restrições, como o fato de não precisar mais de internet para utilizar o console, entre outras alterações que a empresa se viu pressionada a fazer para que o console possa disputar de igual para igual como Playstation 4. Quem sabe poderemos ter até o anúncio de uma redução de preço.
Embora o evento seja realizado desde 2011, eu nunca tinha ouvido falar dessa Build antes, o fato de a Microsoft estar investindo mais pesado na divulgação do evento pode significar que ela quer mais atenção, e na verdade, ela está precisando de uma maior atenção dos desenvolvedores mesmo. Só precisa é parar de fazer merda.
Eu não fico ansioso assim pra ver um filme desde o lançamento de A Rede Social, em 2010. O filme foi gravado recentemente e arrancou elogios dos críticos do Sundance. Até então tudo o que tínhamos era uma cena do filme, que já foi suficiente pra me deixar doido de vontade de assistir logo. Agora eis que surge o primeiro trailer oficial:
https://www.youtube.com/watch?v=dkwsusu0hp8
Com o Ashton Kutcher no papel de Steve Jobs a cinebiografia não autorizada estreia no dia 18 de agosto. Alguém tem o contato do Alexander Hartdegen pra eu emprestar a máquina do tempo só por uns dias?
A Samsung tem o dom de lançar produtos que ninguém consegue classificar. Foi assim com o Galaxy Note, a Galaxy Camera, o Galaxy S4 Zoom e por aí vai. Dessa vez não poderia ser diferente, com o Ativ Q a empresa pretende preencher um espaço que muitos fabricantes têm tentado preencher sem sucesso: o mercado de computadores que se transformam em tablets e vice-versa.
Eu queria começar dizendo o que mais me impressionou no Ativ Q, mas são tantos os pontos que eu não sei por onde começar. Ele pode ser utilizado para todos os possíveis usos que você esperaria de um computador híbrido. Enfim, vamos lá:
Praticamente um Kamasutra
As posições do Ativ Q são inúmeras, você pode jogar Angry Birds (alguém ainda joga?) como um tablet; redigir um texto com uma posição que lembra muito um netbook notebook; assistir um vídeo, virando toda a tela pra trás e utilizando o teclado como base; escrever com uma stylus a lá Galaxy note 10.1 e até mesmo utilizar esse modo que eles denominaram Floating, que deve ser muito últil pra você, caso você seja um caixa de fast food, porque fica parecendo aqueles computadores da Bematech.
As especificações
O Ativ Q roda Windows 8 e Android 4.2.2 possui processador Intel Core i5 de quarta geração, 128 GB de armazenamento em memória flash e 4 GB de RAM. Ele pesa apenas 1,29 kg (ok, para tablets ele é bem pesado, mas estamos falando de uma relação peso-benefício aqui, ok?) e 13,9 mm de espessura. Resolução de 3200×1800 pixels, com definição de 275 ppi, e a Samsung promete bateria com até 9 horas de duração.
Eu quero Ibaaagens!
Como funciona na prática?
Nem vou comentar muito, só deixar esse vídeo que ou engana bem, ou mostra um grande potencial pra esse Frankenstein da Samsung.
O único problema é que mesmo sem o preço em dólares ter sido divulgando ainda, já dá pra imaginar o absurdo que vai chegar aqui (se chegar). Se o Galaxy S4 chegou por quase 2,5 mil, imagine só.
O Instagram anunciou hoje um recurso que já estava sendo especulado há algum tempo: o aplicativo móvel de compartilhamento de imagens utilizado no mundo todo agora permite o envio de vídeos curtos.
Desde que foi comprado pelo Facebook, por uma pancada de dinheiro, o Instagram pouco inovou. Trouxe alguns filtros meia-boca, aprimorou a integração com a rede do Zuckerberg (a ponto de criar uma confusão com os likes), enquanto outras empresas realmente estavam preocupadas em trazer novidades para o mercado móvel, como o Vine, aplicativo em que o usuário compartilha vídeos curtos com outros usuários. Isso em um estilo tão parecido com o Instagram que ficou conhecido como “Instagram em movimento”.
O sucesso do Vine foi tamanho que fez com que vários usuários do Instagram migrassem para a plataforma (utilizando a primeira para vídeos e a segunda para fotos), inclusive muitos artistas. Com isso o lançamento da atualização de hoje, o Instagram tenta frear o desenvolvimento da ferramenta do maior rival do Facebook: o Twitter.
Com essa briga pelo mercado de vídeos curtos em dispositivos móveis temos uma grande incógnita no mercado. Os usuários do Vine vão abandonar a ferramenta? Os usuários do Instagram vão adotar os vídeos? Ainda é cedo pra afirmar alguma coisa. Ao contrário de mim, os usuários do Instagram que não conheciam ou não utilizavam o Vine para compartilhar vídeos gostaram da ideia. Já eu acho que vai virar uma salada só. Resta ver no que vai dar.
Kotler já dizia em Marketing 3.0 que uma marca bem sucedida deixa de fazer parte da empresa e passa a ser de domínio do consumidor. Essa semana vimos que este fato pode aplicar-se também a campanhas.
O filme publicitário Vem Pra Rua era pra ser apenas um trabalho de marca da Fiat, mas o que era pra ser um jingle para uma campanha de uma montadora automotiva sobre a Copa do Mundo acabou se tornando na trilha de um dos momentos mais históricos da história desse país.
Com refrões convidativos como “Vem pra rua porque a rua é a maior arquibancada do Brasil” e uma melodia que ecoa na cabeça, fica difícil qualquer ser que está acompanhando os protestos em todo o país não acabar relacionando o conteúdo da canção com o caráter do movimento. Há até quem compare a música “Vem Pra Rua” com “Pra Não Dizer que Não Falei das Flores”, de Geraldo Vandré, que acabou virando hino da luta
Nem a Johnie Walker escapou dos riscos de se arrecadar mind share com campanhas como a investida da empresa no patriotismo brasileiro com a campanha “Keep Walking Brazil”, onde o Pão de Açúcar ganha vida e é retratado como um Gigante Brasileiro que, numa metáfora do país, acordou.
O resultado foi uma mistura dos ideais transmitidos pelas duas campanhas impressos em duas hashtags mais utilizadas nos posts relacionados às manifestações como #vemprarua e #ogiganteacordou, além da criação de vídeos como o seguinte, que na minha opinião é sensacional:
A campanha da Johnie Walker já não tem mais investimento em mídia convencional e, ao contrário do que muitos sites andaram dizendo, a Fiat não removeu a campanha do ar. Segundo o Radar da Propaganda a Fiat garantiu que a peça só sairá da mídia no próximo sábado por uma questão de cronograma de mídia. O que parece ser verdade, visto que enquanto eu escrevo este artigo eu acabei de assistir o comercial na TV.
De acordo com João Ciaco, Diretor de Marketing da Fiat, “A música não é mais da Fiat, é das pessoas” e assim que o anúncio sair do ar as pessoas estarão livres para utilizar a música para outros fins.
Não queria estar na pele do Diretor de Marketing da Fiat para escolher entre o tão buscado sucesso de um viral e o risco de ser responsável por qualquer problema que a utilização da música nos protestos possa causar à marca.
Em meio a protestos em todo o país e o Youtube pipocando novos vídeos revolucionários, o Google resolveu promover a partir de hoje a Semana da Comédia no site de compartilhamento de vídeos mais utilizado no Brasil e no mundo.
O objetivo da Semana da Comédia é reunir vídeos dos melhores humoristas do país e reunir todos em uma espécie de pocket show ao vivo com transmissão oficial pelo canal do Youtube no Brasil. Seria ótimo se o país não estivesse praticamente em guerra civil. Tanto que alguns humoristas divulgaram o evento nas redes sociais quase que se lamentando ou pedindo desculpas para o público.
Segundo Flavia Simon, gerente de Marketing do Google Brasil a ideia é atingir o público jovem da internet. “Queremos celebrar a comédia no YouTube e fazer com que as pessoas descubram novos talentos. A plataforma é um grande palco para comediantes encontrarem a audiência dessa nova geração de consumidores”.
Óbvio que a empresa não tinha como prever os últimos acontecimentos e na verdade havia muitas pessoas e artistas envolvidas no evento, mas eu acho que um adiamento do evento e uma explicação aos espectadores que esperavam a Semana da Comédia seria melhor do que tentar fazer graça em um momento tão delicado da sociedade brasileira.
Em abril deste ano, Monica Bergamo publicou em sua coluna na Folha de S. Paulo que a Globo apresentaria um novo logo no dia 26 do mesmo mês. A coluna ainda informava que o logo era um projeto do renomado Hans Donner para simplificar e dar mais vida à marca. Removendo aquele aspecto metalizado que o logo foi ganhando ao longo dos anos. Ainda segundo a coluna o novo logo era para ter sido apresentado naquele fiasco evento “vem aí”, mas não ficou pronto a tempo.
Pela descrição de Donner, podemos suspeitar da adoção da mais nova tendência de Design que despertou com a Microsoft e sua interface Modern/Metro e agora se espelha por aí: o flat design.
Seria a nova identidade da Rede Globo parecida com isso? Parece que sim.
O fato é que quase dois meses se passaram e nada de mudanças na nova marca. De lá pra cá o que se tem visto é uma grande salada de utilização de uma marca que abusa do flat design e a outra espelhada que já conhecemos desde 2008. Como no exemplo abaixo, onde ao fim de um programa a emissora exibe o logo chapado, que cresce e em uma transição bem porca se torna o logo atual.
Isso…
…vira isso.
Parece que já que a empresa não conseguiu lançar a nova marca no evento, a intenção agora é renovar toda a comunicação que envolve a marca da empresa pra depois anunciar a mudança nas telinhas, porque desde a coluna de Mônica, a Globo vem atualizando a identidade visual de todos os seus produtos e itens, que vão desde o crachá.,,
Ao quiosque a empresa mantém na orla da praia de Copacabana.
Parece que a ideia de cores mais vivas e uma marca mais chapada adotada por várias empresas nos últimos tempos também pegou o tiozão do Design.
Agora é só esperar pra que não seja verdade o boato de que a empresa teria adiado o lançamento para o evento de 50 anos da Rede Globo, porque além de eu não aguentar mais essa mistura de chapado e reflexo, pode ser que até lá esta mesma identidade já esteja um pouco ultrapassada.
19h20 marcava o relógio. Eu estava um tanto preocupado, pois acabava de sair da minha prova de SIC, abreviação de uma matéria que atormentou minha vida todo esse semestre. Ao por o pé pra fora do edifício Reverendo Wilson do Mackenzie, eu me sentia como se tivesse viajando no tempo. O fato é que meu nervosismo estava prestes a sumir, porque o Brasil da forma como eu conhecia estava prestes a sumir.
Parecia que tinha sonhado e estava ali na tão falada Ditadura Militar. O céu estava vermelho e refletia flashes de bombas que explodiam. A música de fundo era um misto de sirenes com explosões e a cada vez que eu olhava em direção à rua da Consolação uma grande dúvida pairava sobre minha mente: “Estamos em guerra e ninguém avisou?”
Eu sabia que haveria um ato contra o aumento das passagens. Sabia também que a polícia estava atuando com demasiada truculência, mas não tinha ideia do que estava prestes a presenciar. Era a amostra de uma guerra civil. O início de uma revolta nacional, o estopim de anos de impunidade política e criminal.
O portão da rua Piauí estava praticamente fechado. O segurança segurava a porta como quem guarda o Palácio do Planalto. Hora de entrar na Faculdade novamente para me proteger. Atravessei a Universidade e ao chegar no portão que dava à Maria Antônia, notei que a coisa era realmente séria. O portão estava fechado, ninguém poderia sair por ali.
A portaria principal da Consolação eu não tenho ideia de como estava, mas a exemplo das outras portarias devia estar covardemente fechada. Era difícil de entrar e sair, afinal por motivos óbvios, a instituição tinha medo de que a ira pudesse se voltar contra a própria universidade.
A última alternativa possível foi feita. Corri para minha última opção no quarteirão em que se encontra a universidade: Rua Itambé. O portão estava aberto enquanto os seguranças pareciam inquietos sem saber o que fazer.
Desci com medo. Medo de ser atingido por alguém. Medo de ser confundido com um manifestante, medo de ser confundido com um ser que exerce sua cidadania, que cobra a democracia, que acredita num mundo melhor. Desci desejando que aqueles homens fardados olhassem para minha cara e não vissem nada além de um covarde que pela infelicidade do destino cruzava o caminho daquelas pessoas.
Chegando na estação Santa Cecília do Metrô, adivinhem só: o transporte público, pauta de toda aquela guerra, estava um caos. Os trens andavam em velocidade e quantidade reduzidas. Cada trem que parava estava tão cheio que nem mesmo os paulistanos mais acostumados a serem dublês de sardinha conseguiam entrar. Enquanto isso, trens vazios passavam o tempo todo por nós indo em direção a áreas mais críticas, como República e Sé.
Resultado: uma hora e meia esperando feito retardados, com direito até mesmo a tentativas suicidas de parar um trem vazio, como a do senhor querendo pular na via para que o trem parasse para não atropelá-lo e assim todos pudessem embarcar (!).
Nesse meio tempo a tecnologia foi minha companheira. Eu e mais dois amigos acompanhamos minuto a minuto tudo o que estava acontecendo, horrorizados. A cada “Puxe/Solte para atualizar” dado no Facebook ou no Twitter o que se via era atrocidades e mais atrocidades feitas por quem deveria estar ali para nos proteger. Aqui vai o top 4 mais impressionante na minha opinião.
E na TV? Eram propagadas coisas como essa enquete tendenciosa do Datena (que se deu mal e precisou mudar o discurso pra não passar vergonha ou perder audiência):
Ou esse dispensável comentário do Arnaldo Jabor, que sequer consegue fazer novos filmes decentes e quer dar palpite burguês em protestos proletários:
Eu me lembro que quando saí do interior para morar em São Paulo, o que mais me fascinava era estar dentro da TV. Cada vez que via um carro de TV, eu vibrava. Minha fixação pelos veículos de comunicação veio desde tão cedo que eu não sei nem dizer quando começou. Acho que é algo intrínseco. Mas dessa vez tudo o que eu não queria era estar dentro da TV. Era meu medo de ser notícia, era o medo do que minha família a 170 km de distância poderia imaginar ao saber que eu estava ali, no meio do fogo cruzado. Tudo o que eu queria era poder gritar. Chamar a polícia e dizer: “corram, estão atacando civis de bem lá fora!”, mas, espera aí. Eles eram os criminosos ali e, em uma novela, estavam sendo demonstrados como heróis.
A internet, que foi fator primordial para inúmeras revoluções ao redor do mundo, era a mais nova aliada do brasileiro. Já perdi a conta do número de artigos, posts, tuítes etc que já vi ou li em relação a esse movimento. Os ativistas de sofá talvez não mereçam mais ser chamados assim, porque eles resolveram levantar e ir às ruas. Não adianta querer minimizar o efeito de sua união, ou a força de suas convicções, muito menos descaracterizar o movimento. Está tudo sólido.
Como mesmo na internet nem tudo são flores, o Facebook andou apagando centenas de comentários ou simplesmente ocultando-os das devidas timelines por, segundo a empresa, violarem os termos de uso. Chegando até mesmo a bloquear usuários que postaram palavras de agressões como no exemplo abaixo, vivido pelo nosso colaborador Guilherme Ibanes, que redundantemente relacionava “ignorância” ao ato de ler a revista “Veja”:
O problema é que o Facebook representa 67% dos acessos a redes sociais enquanto o Twitter, uma rede social mais democrática, ainda fica atrás do Orkut em acessos, com aproximadamente 1,75%.
Mesmo assim, a participação das redes sociais teve um ótimo desempenho no nosso país. Acima do que os arcaicos esperavam e no ponto que nós jovens já conhecemos. Com destaque para o Tumblr. O serviço, que é uma mistura de Blogue com Twitter, foi crucial para reunião de provas legítimas de abuso de poder e serviu como púlpito para civis injustiçados mudos por um sistema de governo que faz ecoar em pleno 2013 a icônica canção de Chico e Gil de nome ambíguo.
E depois de tudo o que presenciei e vi pelas redes sociais, se houvesse um apagão como na Síria ou no Egito, não ficaria nem um pouco surpreso.
Aqueles que ainda acreditam que a revolta é por R$ 0,20 como nosso querido amigo Jabor, eu só lamento. 20 centavos foram a faísca para reacender a cidadania dentro de cada um dos brasileiros. 20 centavos foi o que bastou para que a população deixasse de lado o pacifismo transformado em passividade. 20 centavos fez com que o brasileiro exercitasse um novo jeitinho: o jeitinho de ir às ruas lutar por seus direitos e de agir como veículo de comunicação voltado aos seus semelhantes. E esse é só o começo. O desfecho está por vir. O que vai dar, eu não sei. Mas de uma coisa eu tenho certeza. Eu vivi a história que nossos filhos aprenderão nas escolas daqui a alguns anos.
Eu queria terminar este post explicando a existência de um post com caráter político em um blog de publicidade e tecnologia. Em primeiro lugar, este é um Blog completamente independente e minha intenção sempre foi falar sobre tudo que faz parte do cotidiano de um “Geek Publicitário”. Isso envolve religião, política e futebol ou qualquer que seja o tema.
Segundo, quero dizer que como comunicador, uma das primeiras coisas que aprendi em comunicação é que todo texto possui um pronunciamento e é isso que difere uma matéria da outra. E é por isso que vivemos em uma Democracia. Nenhum momento escondi ou esconderei minha opinião. Depois dos fatos descritos neste texto me parece um pouco hipócrita de minha parte continuar a escrever sobre as minhas últimas impressões do mercado Geek Publicitário enquanto uma guerra civil se estabelece lá fora.
Você tem todo o direito de discordar de mim e é por este motivo que existem os comentários ali em baixo. Exponha sua opinião, mas não esqueça de ser educado.
God Bless America, um filme de Bod Goldthwait de 2011 e um dos poucos que dizem tanto sobre os Estados Unidos. Sem o eufemismo e a super valorização do povo e de sua cultura, é uma crítica pesada aos costumes e cotidiano de seu povo.
Uma tipica comédia de humor negro e sátiras por todo lado. Claro e objetivo sem muitos rodeios, Bod Goldthwait consegue envolver e entreter o telespectador com um argumento um tanto delicado que guiará para um discurso “que merda estamos fazendo com nós mesmos?!”.
Chegamos até a nos identificar por diversas vezes com a dupla (Frank e Roxy) através de diversas quadros que se passam, deixando totalmente de lado o senso ético e dando espaço a uma moral até então adormecida. Esquecemos do politicamente correto e nos deixamos levar, chegando até a torcer pelo massacre que está por vir, porque no fundo concordamos com seus bem estruturados argumentos. Afinal, quem nunca teve vontade de agir por conta própria e acabar com pessoas desagradáveis?
Somos, infelizmente, nada mais, nada menos que uma réplica da sociedade moderna, manipulado pelos seus ideais de cultura e sociedade, guiados principalmente pelo meio de massa, TV. Sim, a TV é muito mais que um bloco a cores que transmite entretenimento. É um meio de nos transformar em meros consumidores baratos.
O filme é muito bem empenhado em seu papel de dizer: “Para tudo e reparem um pouco em volta, tomem as rédias de suas atitudes e percebam no que estamos no tornando”. Longe de uma historinha de romance casual ou uma super produção hollywoodiana, God Bless America me lembra muito a ideologia trazida nos filmes de Godard. Claro, que longe do cenário de background francês e sem a maestreza do mesmo, mas adaptado a um cenário americano moderno. É um filme que está além do seu papel fílmico de entretenimento, passando uma mensagem um tanto rica para uma sociedade que parece que deixou lado seus próprios ideais.
Enfim, é um humor cético, porém real. Recomendo a todas as classes, gêneros e idades.
Um dos lançamentos mais esperados desse primeiro semestre (ou do ano inteiro mesmo), O Grande Gatsby foi mal recebido em Cannes… e com um pouco de razão. Achei estranho o filme ser lançado por lá e, além de tudo, ter aberto o festival. Baz Luhrmann não tem o perfil de Cannes. Talvez tenha sido só porque o filme é baseado no tardiamente cultuado livro de F. Scott Fitzgerald.
O Grande Gatsby, resumidamente falando, critica o sonho americano da década de 1920, a ascensão (e diferença) entre classes, a falta de moral e a loucura que os Estados Unidos viveram por conta da prosperidade econômica e da Lei Seca, que proibia a venda de bebidas alcoólicas em território nacional. Aí, a gente imagina que tudo isso seria abordado de forma ideal ou minimamente decente no filme. Nada disso… o longa é totalmente focado no romance entre o protagonista (Gatsby, interpretado por Leonardo Di Caprio) e sua amada inalcançável (Daisy, interpretada por Carey Mulligan). Seu narrador, Nick, interpretado de forma boba por Tobey Maguire, também perde importância. Além do romance, o filme preza por mostrar as festas dadas por Gatsby em sua mansão em Long Island – que eram um pretexto para que ele encontrasse Daisy algum dia.
O filme incomoda porque não discute os temas tão pertinentes à trama, mas que foram colocados em segundo plano na produção; os personagens não se desenvolvem, não são explorados da forma como poderiam ter sido, já que são todos tão conflitantes entre si, cheios de opostos, particularidades e motivações; a trilha sonora foi comentada à exaustão, mas não tem toda essa força, a não ser pelo rap de Jay-Z. A contextualização é corrida, para que o filme possa finalmente desaguar no que parece ser uma busca juvenil e interminável do rapaz pela sua prometida. Até mesmo o mistério de “Oh, quem será esse Gatsby que dá tantas festas sem nunca se apresentar?” é desvendado sem clímax nenhum. De repente, estamos de cara com ele. O glamour de O Grande Gatsby fica quase todo por conta das cenas de festa e aqui Baz Luhrmann mostra força e reforça sua assinatura e seu estilo. Ou seja: ficamos tontos com tantas plumas, bebidas, luxo, música, plumas, bebidas, luxo, música e tudo isso em ritmo cíclico. E essas são justamente as partes mais empolgantes, por se sentir que a mão do diretor teve uma presença nada tímida. A gente sente o clima onírico e embriagante e isso nos insere automaticamente naquela mansão.
Quem assistiu Moulin Rouge vai fazer as devidas ligações e comparações, em todos os aspectos. Não, o Grande Gatsby não é um musical, mas contém pirotecnias, takes que nos deixam atordoados e uma historinha de amor que deixa a coisa meio superficial e piegas. Sim, o intuito da história era criticar a superficialidade da sociedade, mas isso não significa nem de longe que o tratamento dado ao assunto deve ser superficial. Basear grande parte do filme numa busca amorosa e deixar contextos filosóficos, históricos, sociais (ou o que quer que seja) para trás não é maduro, assim como só jogar na tela a amizade entre Nick e Gatsby e não passar disso. Mostrar apenas que são amigos não basta. Mas são males de Hollywood e do que o público aceita. O ponto de maior destaque para essa abordagem do filme é que o “mimimi” leva a um final inesperado (para quem não leu o livro) e bem desenvolvido, daqueles que fazem a gente se segurar na cadeira e torcer. Tirados os exageros dramáticos e o romance que não convence, o que sobra é uma gordura visual que, ainda que bem aproveitada, quase não compensa o esforço de assistir a um filme de duas horas e pouco. É o dilema do equilíbrio entre forma e conteúdo no estado mais fácil de ser percebido.
Há alguns dias tivemos um exemplo da Oreo de como evitar uma briga de consumidores nas redes sociais, onde ao invés de alimentar a provocação da Kit Kat a empresa respondeu com uma sacada genialmente engraçada. Dessa vez, no mercado da tecnologia tivemos algo bem parecido, só que envolvendo três dos maiores fabricantes de Smartphones no mundo.
“@SamsungMobileUK todos aqueles estudantes que vocês pagaram para fazerem reviews falsos dos concorrentes finalmente valeram a pena. Salário aumentará, talvez?”
Pronto. Circo armado no Twitter. Aí você pensa. Ou alguém escolhe a hora de parar, ou vai dar merda.
Dois links. Um direciona pra uma página do telefone Nexus 4, a maior (e melhor, diga-se de passagem) investida da empresa no Android e o outro link para a imagem que diz por si só:
Acalmem-se queridos! É só um tefone!
O resultado? Vários tweets de usuários que adoraram a sacada da LG, como o demonstrado abaixo (que nem precisa de tradução):
Em tenho certeza que nesse momento, há algum publicitário, em algum lugar do mundo desesperado, pensando em como conseguirá emplacar seu viral na próxima campanha e conseguir o tão sonhado marketing C2C, aquele que o consumidor faz sozinho pra outro pelas redes sociais quando gosta de algum anúncio/produto.
Parece que a Nextel, ou melhor, a agência que atende a conta deles, apresentou sua aposta. Num comercial de horário nobre da TV Globo a empresa veiculou um comercial de um minuto com a história do Vitor. Um rapaz apaixonado que gravou um vídeo pedindo a namorada em casamento. Lógico que antes disso tem toda aquela história de “eu tô aqui por amor”, e no final a empresa apresenta a deixa pra viralização: #aceitalaura. Que sugere que os usuários da rede de microblogging mais famosa no mundo postem e procurem tweets com a hashtag.
Eu achei o anúncio bem legal apesar de não muito inovador. Me lembrou um pouco a campanha que a ID fez com a Natura misturada com algumas coisas. Mas a parte legal disso tudo é uma só. História de verdade. Chega de atorzinho, chega de falsas histórias como a ‘Perdi meu amor na Balada’, o consumidor está cansado de tudo isso e querendo histórias reais, emoções reais. Não é à toa que o anúncio da Dove despontou como o mais visto no Youtube. E nisso a Nextel acertou.
Na rede social a hashtag já é segundo lugar nos Trending Topics BR e embora a ajuda da blogueira Lia possa parecer patrocinada já é destaque com vários retuítes. Parece que a ideia deu certo, pois além disso, além do mais, o Vitor já deu as caras na minha Timeline e acredito até que possam vir posts promovidos por aí pra tentar criar um burburinho em torno do assunto. Afinal, no Brasil o Twitter ainda está atrás ate do Yahoo! Respostas. Boa Nextel.
A Microsoft divulgou imagens da noa atualização de seu sistema operacional Windows 8. O Windows 8.1 confirma todos os rumores apresentados anteriormente de que, entre outros novos recursos, teríamos de volta o Botão Iniciar.
Dentre as novidades, podemos enumerar os seguintes itens:
Tela de bloqueio semelhante ao Windows Phone, com fotos em slideshow em plano de fundo do relógio.
Melhor organização do “Menu Iniciar”, se é que ainda podemos que ainda podemos chamar esta tela de “Menu Iniciar” e a possibilidade de utilizar como plano de fundo o mesmo plano de fundo da área de trabalho.
Resultados do Bing na busca do sistema (tem como mudar pro Google?)
Melhora na Multi Tarefa
O que parece que a Microsoft ainda não entendeu é que nós não queremos saber de como será o comportamento em um tablet. Queremos saber se poderemos ter de volta uma preocupação com a usabilidade para interfaces com mouse.
A vinda do botão iniciar só comprova o descuido da empresa para interfaces com mouse. Pois se todos os dispositivos têm um botão com o ícone da empresa com o mesmo objetivo, a única explicação para a introdução do botão é facilitar para os usuários de PCs. Simplesmente o maior mercado da empresa.
Aí quando você acha que vai ver a Microsoft considerar a utilização do sistema no, ainda indispensável, uso de interfaces com mouse, ela vem e apresenta as novidades de um Surface. Aquele computador disfarçado de tablet com interface de toque que, diga-se de passagem, ninguém demonstrou real empolgação pra ter.
Aí você para e se pergunta: Por que, Microsoft, por que diabos vocês estão ignorando o mercado de PCs? Espero que tenhamos mais novidades da empresa para computadores desktops ou notebooks nos próximos vídeos e que eu possa morder minha língua e ter surpresas com a atualização do sistema.
A WWDC (Apple Worldwide Developers Conference) é um evento realizado pela Apple todos os anos para apresentar novidades à comunidade de desenvolvedores para as plataformas da empresa. É uma espécie de I/O da Apple.
Com a aproximação do evento, a empresa resolveu liberar app do evento e, além de proporcionar a oportunidade de os fãs acompanharem o evento pelos dispositivos, o app traz algumas possíveis dicas de design do novo iOS.
Como disse um usuário nos comentários do app, “o design parece mais liso” e minimalista. E nada de Skeumorfismo por aqui. Não há couros, efeitos de gel, nem tecidos. O app está simples e direto. Abusando do flat design.
Comparação do app de 2011 a 2013 – Imagem: Yuize/Twitter
Eu também estou crente de que esta será a linha do iOS7, principalmente depois do sistema no comando e Jony Ive, mas depois de tantas especulações e desse app, se a empresa não mostrar algo realmente revolucionário, é melhor que a empresa tenha outra carta na manga.