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    Fail: Após foto de funcionário lambendo alimentos viralizar no Facebook, Taco Bell se pronuncia a respeito

    Eu tenho certeza que ainda falaremos muito sobre assuntos parecidos, mas a bola da vez é a Taco Bell. Um “cliente” compartilhou na página da empresa uma foto de um funcionário lambendo os alimentos aparentemente antes de servi-los, com a legenda: “Isto diz muito sobre seus funcionários, o tratamento dado à comida e o que eles postam na internet”.

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    Não preciso nem falar que foi um sucesso de compartilhamentos e xingamentos, né? A imagem recebeu mais de dois mil compartilhamentos e ganhou tanta repercussão que a empresa respondeu o ocorrido:  “Nós temos procedimentos rigorosos de manipulação de alimentos e tolerância zero para todas as violações. Acreditamos que esta é uma brincadeira e que a comida não foi servida aos clientes”.

    Como prometido, a empresa investigou o caso e divulgou um comunicado oficial em seu site, onde, entre várias coisas, relatou que os produtos da foto eram para treinamento e estavam sendo descartados. O funcionário fez uma brincadeira ao tirar a foto antes de enviá-los para o descarte. Mesmo assim o funcionário que aparece na foto está suspenso e será demitido e o funcionário que tirou a foto já não trabalha mais na empresa franqueada.

    Aí você pensa: Ah, acabou. Que legal, final feliz. Não. Porque o cliente normal já é chato. Cliente no Facebook é chato ao cubo. A cada (no máximo) 15 minutos vem alguém postar a imagem no mural da empresa. E eles num surto de bondade incrível respondem educadamente todos pedindo desculpas e informando o link do comunicado.

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    Só desejo boa sorte para a empresa e tomara que o funcionário tenha outras qualidades além de montar tacos, porque acho que ele nunca mais conseguirá nada no setor de alimentos.

    Com informações de: Folha.

    PopCap divulga trailer e data de lançamento de Plants vs Zombies 2

    O Plants vs Zombies é um daqueles jogos injustiçados que ficam ofuscados por conta de sucessos estrondosos como Angry Birds e Candy Crush Saga etc. A verdade é que embora não seja tão popular como os apps citados acima o Plants vs Zombies é um dos melhores Tower Defenses que existe para smartphones.

    Conforme anunciado e muito esperado pelos fãs a desenvolvedora PopCap divulgou um trailer da versão 2 do app que promete ser outro grande sucesso para as plataformas móveis. Com o trailer dá pra perceber o nítido amadurecimento da empresa, que agora utiliza belíssimos gráficos em 3D utilizando-se de vários elementos do game.

    A PopCap prometeu o app para o dia Julho exclusivamente para a plataforma da Apple. A desenvolvedora divulgou ainda que o app será gratuito com compras de itens internos, mas garantiu que será possível jogar perfeitamente o game sem necessidade de efetuar compras. (viu, Candy Crush?!).

    Aplicativo Vine finalmente chega ao Android. Oh, Wait! [Atualizado]

    O aplicativo Vine ficou famoso logo que a empresa foi comprada peloTwitter e logo ganhou status de uma das maiores promessas do mercado de aplicativos móveis. O Vine é uma espécie de Instagram com movimento. No aplicativo o usuário cria vídeos de até cinco segundos que passam em loop podendo conter sons.

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    Assim como o próprio Instagram, o Vine foi lançado para iPhone no início, embora algumas pessoas afirmassem que o aplicativo chegaria em breve para android e as últimas contratações da empresa evideciassem isso, não tínhamos uma data certa para o fim da espera. Esta dia chegou!

    Mas, ah.. Perae! Não dá pra instalar o app! Na página da Play Store recebo uma mensagem de que não foi possível detectar se meus dispositivos são compatíveis com o aplicativo e pelo celular a loja indica que não foi possível encontrar o app para instalar.

    Embora ainda não dê pra instalar já dá pra saber que em questão de horas o app já estará disponível para todos os dispositivos compatíveis.

    Ótimo, Vine. Agora só falta funcionar direito no Chrome.

    [Atualizado: Logo após publicar o post eu consegui instalar no meu dispositivo]

    Saraiva inaugura serviço de publicação de livros para nós, pobres mortais que também temos algo a dizer

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    A Livraria Saraiva é uma daquelas empresas que eu nunca vou conseguir entender. Eles nunca fazem nada direito. Foram uma das primeiras empresas brasileiras a vender E-books e a incentivar a venda de E-readers, mas vendiam uma miséria de títulos e a opção pra E-books que a empresa oferecia era o Alpha, da Positivo. Sim, Positivo. Só depois que a Cultura apareceu com o Kobo e a Amazon chegou arrebentando com os Kindles e o comércio de E-books de forma decente é que eles resolveram se mexer. E o resultado disso? Entre outras coisas o serviço que eu acabo de conhecer: Publique-se!

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    O Publique-se é uma iniciativa do grupo Saraiva para disseminar a produção de conteúdos independentes. O próprio autor pulica sua obra em formato digital, que passa a ser vendida nos sites da Saraiva e da Siciliano.

    Isso é novo?

    Não. Esse não é um serviço pioneiro, a Amazon, a iBookstore e a Livraria Cultura já possuem serviços semelhantes funcionando no Brasil, mas parece que o foco dessas empresas no público individual é bem fraco.

    A parte boa

    A parte boa é que projetos como esse ajudam a acabar com o monopólio das grandes editoras e a sacanagem que é conseguir encontrar alguém que tenha interesse em ler sua obra e publicá-la. O escritor pode disponibilizar o trabalho e contar com a qualidade do mesmo para conseguir visibilidade, não com a boa vontade de um bando de gente antiquada parada na época do Gutenberg.

    A parte ruim

    Hm… vejamos. A empresa te paga apenas 35% pelo livro vendido. Esse valor é extremamente baixo partindo do ponto de que se você irá ter todo o trabalho de construir o arquivo do seu livro, 65% para funcionar como vitrine das suas obras é um valor extremamente alto. Se pegarmos como base o mercado de aplicativos móveis, tão em alta hoje em dia, eles dão 70% para o desenvolvedor e ficam apenas com os 30% restante para funcionar de vitrine para os apps.

    Para se ter como base, o serviço Writing Life da Kobo Books por exemplo tem um sistema de pagamento um pouco diferente e até mais rentável: para livros entre US$ 1,99 e 12,99 o valor recebido é de 70% do valor da obra e 45% para outros valores. Já a Amazon paga 70% por livros com valor maior que US$ 2,99 e os mesmos 35% que a Saraiva para livros de valores inferiores a US$ 2,99.

    A questão é: esse valor é compatível com o que um escritor teria de lucro por obra vendida? Não sei, até mesmo porque eu nunca escrevi um livro, mas dane-se. É um valor muito baixo.

    Tem mais alguma coisa ruim?

    Sim, tem. Os valores de venda recomendados pela empresa nem parecem ser da mesma empresa que envia Email Marketings com preços astronômicos. As sugestões vão de R$ 2,99 para publicações de até 100 páginas e no máximo R$ 8,99 para publicações com mais de 400 páginas. E a empresa ainda faz questão de ressaltar que ela pode fazer o que quiser com o preço do seu E-book influenciando no valor do seu rendimento com o mesmo. Ou seja: boa sorte!

    Vale a pena?

    Sim, vale. Na verdade a questão é: dependendo da sua intenção vale. É óbvio que o serviço não é voltado pra escritores experientes, mas sim pra pessoas que acham que podem contribuir com a cultura e não têm oportunidade de encontrar um espaço no mercado editorial. A grande questão aqui é qual será a visibilidade que a Saraiva dará ao escritor. Se houver um destaque legal, é mais um investimento em imagem e no seu nome do que realmente um negócio rentável. Porque… 35% por obra vendida, acho que é mais fácil colocar o livro inteiro na internet com banners do Adsense na página de download.

    A iniciativa é boa. E, mais do que isso, o investimento nesse projeto por parte da Saraiva é o principal ponto. Porque embora outras empresas ofereçam o mesmo serviço, é tudo muito desconhecido pelo consumidor. Se você esperava uma oportunidade pra lançar um livro no futuro, esse futuro pode ter chegado.

    Com informações de Revista Info e The Bookseller

    Próxima atualização do Windows trará de volta o botão iniciar e inicalização direto na Área de Trabalho

    Eu não sei onde a Microsoft estava com a cabeça quando ela fez o Windows 8. Aliás, sei sim. Nos tablets. O sistema é incrivelmente bonito, funcional, blá, blá, blá. Mas dá pra se perceber claramente que a área em que concentraram esforços de inovação são totalmente direcionadas para uma interface de toque.

    Óbvio que a interface Metro/Modern/WTF não se dá bem em computadores, além de tornar o uso de coisas básicas como a “Área de trabalho” que é simplesmente TODO O SISTEMA em segundo plano. Como se isso não bastasse, a empresa removeu o ícone do seu sistema operacional por décadas. O botão Iniciar. O consumidor não gostou, obviamente, e parece que a empresa reconheceu o erro e está preparando uma atualização em que será possível iniciar o sistema diretamente na área de trabalho e, sim, o bom e velho botão Iniciar estará de volta.

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    Alguém está rindo à toa.

    De acordo com o Blog de Paul Thurrott, especializado em Windows, estas correções deverão estar numa atualização conhecida como Windows 8.1 e não terão custo para os consumidores. Espero que seja uma atualização simples e que estes recursos sejam o que a gente espera, não mais um remendo entre toque e mouse que encontramos em grande parte do Windows 8.

    CEO da Apple dá dicas do iOS7

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    Tim Cook, CEO da empresa de tecnologia mais hype do momento, revelou numa conferência realizada no AllThings’D alguns detalhes importantes do iOS7. Algumas coisas já conhecidas como o grande envolvimento do Jony Ive no projeto e o fracasso do Apple Maps foram citados novamente, mas algumas dicas podem indicar um sistema operacional mais aberto a apps de terceiros, como acontece com o Android hoje.

    Jony Ive é o ponto-chave das mudanças iOS7

    Na minha opinião, Jony Ive é um dos maiores designers de todos os tempos. Ele foi o grande criador de peças únicas e insanas que a Apple fez ao longo dos anos. Saber que o novo sistema está nas mãos deles é um alívio.

    O aplicativo de Mapas foi um fracasso e a empresa quer melhorá-lo

    Na verdade, depois que o Google lançou o Google Maps para iOS (e com a chegada iminente da versão para iPad) o anseio dos usuários por uma correção na ferramenta diminuiu, mas tanto investimento em compras e parcerias não podem ser abandonados no meio do caminho. Cook disse que o aplicativo estará bem melhor, mas ainda há muito o que fazer. Ou seja… pode ser que ainda não tenhamos um concorrente de peso para o Google Maps. Mas será que algum usuário de iOS ainda se preocupa com isso?

    Cook em relação a um possível desenvolvimento de apps para Android: “Nós não temos nenhuma restrição em relação a isso”

    É, meus caros amigos. Ao contrário de Jobs (sim, a comparação é inevitável) Cook não quer iniciar uma guerra termonuclear contra o sistema do robô verde. Pelo contrário. A empresa se mostra muito mais tolerante e não exclui a hipótese de investir em software para o sistema.

    “Eu acho que vocês nos verão (com sistemas) mais abertos mais pra frente. Mas não a ponto de colocar em risco a experiência do consumidor”

    E completa: “Mas nós seremos mais abertos? Sim.”

    Parece que o novo sistema operacional apresentará uma grande mudança na interface e na interação com apps de outros desenvolvedores. A WWDC está chegando e há grandes possibilidades de vermos tudo isso por lá.

    Com informações de: Gizmodo US

    Qual o problema da LG no mercado brasileiro de Smartphones?

    A LG é uma marca consistente em várias áreas da indústria, como TVs, DVDs, Eletrodomésticos, Ares Condicionados e já foi muito mais relevante na área de celulares. Mas de uns tempos pra cá tem ficado difícil pra empresa penetrar com força no mercado de Smartphones. A empresa tem ótimos aparelhos, mas embora só a Samsung realmente esteja conseguindo consolidar sua marca como fabricante com o Android, outros concorrentes estão conseguindo se posicionar no mercado do robozinho verde, enquanto a LG não tem nenhum telefone “objeto de desejo” do público comum. O que estaria de errado com a empresa sul-coreana?

    O mais difícil já tá feito

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    O mais novo investimento da marca no Brasil é o Optimus G. Que é bonito, tem um excelente hardware, um preço até um pouco abaixo da média dos concorrentes e um investimento pesado em propaganda, mas até agora eu não vi um reflexo disso nos blogs de tecnologia, nos comentários das redes sociais, no metrô, na faculdade ou em nenhum lugar. O fato é que mesmo não vendo o relatório de vendas da LG dá pra saber que está difícil emplacar um high-end até pra quem se importa com força bruta, como nós, os Geeks. Ao mesmo tempo, o Nexus 4 foi um grande sucesso de vendas no mundo e por aqui também.  A ponto de deixar muitos revendedores sem nenhuma unidade do aparelho. Tudo isso com muito menos investimento em mídia.

    A linha L da LG pode ser considerada de sucesso no mundo do Android aqui no Brasil. Os smartphones foram muito bem aceitos pela população de baixa renda ou simplesmente aqueles que não estão dispostos a abrir o bolso para comprar um dispositivo móvel top de linha. Os aparelhos L3, L5 e L7 infestaram todos os lugares como praga e levaram o acesso à internet e a todo o mundo lúdico dos smartphones a milhares de pessoas, mas aí você conversa com um dono de um Smartphone da linha L e ouve: Eu queria mesmo era um Galaxy S… ou um iPhone 5… Ou até mesmo um Xperia. Nunca ouvi alguém dizer: Quero um Optimus.

    A marca Optimus já está um pouco gasta pelo desempenho ruim de aparelhos low end ou até mesmo por aparelhos do passado que não cumpriram o que prometeram com qualidade e eficiência, como por exemplo o Optimus 2x, que quando lançado era um dos poucos smartphones com dois processadores e, às vezes, apresentava mais lentidões do que aparelhos single core. Mas esse problema talvez nem seja do hardware, mas sim do item a seguir.

    Skins de fabricante

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    Parem, parem, param paaaaaaaaaaaarem de destruir o Android. Eu entendo o fato de que os fabricantes precisam se diferenciar uns dos outros, mas existem mil maneiras de fazer isso sem tentar reconstruir a roda. O design do Android a partir da versão 4.0 é impecável. Se for mexer nisso, faça algo decente e não porcarias só para dizer que são diferentes.

    A LG tem a pior skin que eu já vi em todos os Smartphones android que já mexi. Ela pode até ser útil em alguns (poucos) pontos, mas algumas coisas são exageradas demais, como por exemplo aquela bolha que se forma na tela para desbloquear. Não consigo me imaginar usando isso todos os dias.

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    Tá , e como vamos nos diferenciar sem mexer no design do sistema? Simples. Invistam mais em design de produto e inovações em software, não em Design de software. Isso o Google já faz muito bem. Nunca vi alguém querer comprar um celular com TouchWiz, mas sim com os recursos que a samsung oferece em sua ROM oficial que a faz ser diferente das demais. A LG apresenta uma mudança de layout grotesca para as mesmas funcionalidades. E quando adiciona recursos novos, na maioria das vezes são completamente dispensáveis.

    A própria Motorola provou pra todo mundo que encher o celular de porcarias inúteis poderia ser tão ruim, mas tão ruim a ponto de acabar com a marca Motoblur que a empresa já usava há alguns anos. Depois da compra pelo Google, de enxugar a linha de dispositivos e da adoção de um sistema mais semelhante ao Android puro, a empresa se reergueu das cinzas e está ganhando um mercado absurdo por aqui com a linha Razr.

    Foi isso que fez o Nexus 4 vender que nem água e fazer com que os consumidores voltassem a dar atenção à empresa.

    Vendam celulares, não sistemas.

    Depois de todo o meu desejo ressaltado acima de que a empresa venha a customizar menos o software para fazer coisas fantásticas como o Nexus 4, é hora de cair na real e ver que o problema é a visão de mercado da LG. O (ingrato) vice-presidente da empresa já declarou que não farão algo semelhante ao Nexus 4 novamente, pois embora o aparelho tenha contribuido com marketing positivo, ele não tinha nenhum valor agregado à empresa.

    NENHUM VALOR AGREGADO?

    Achei que a empresa fosse uma fabricante de hardware, não de software (feio). E aqui não estamos falando de valores dos subsídios não, até mesmo porque a maior fica por conta do Google. A empresa incrivelmente está acreditando que o trabalho que vem fazendo com skins personalizadas está sendo bem feito.

    Conclusão

    A LG tem nome, tem respeito e qualidade suficiente para ser uma das maiores vendedoras de telefones móveis high-end do Brasil e do mundo. Inclusive se contarmos que (pelo menos no Brasil) o pós-venda da empresa dá uma surra na sua conterrânea Samsung, mas se a empresa continuar insistindo no erro e ignorar os fatos, logo logo teremos uma nova HTC, que saiu do mercado brasileiro de Smartphones depois de gastar muita grana com aparelhos errados na hora errada.

    Desenvolvedores argentinos terão apps pagos suspensos da Play Store

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    Parece que a coisa nas terras hermanas anda tão feia que ate mesmo o Google resolveu retirar as opções de apps pagos de desenvolvedores argentinos.

    A medida veio depois do governo argentino fechar o cerco para a importação de moedas. Também, faz sentido. se com o dólar valendo 5,26 pesos, os argentinos continuam efetuando importações, acho que o próximo passo é confiscar os computadores e os voos dos argentinos.

    A alternativa encontrada pelo próprio Google é efetuar transações a partir do sistema Google Wallet em outros países, mas a parcela de desenvolvedores que tem permissão para efetuar este tipo de transação é bem menor.

    Se o caso afetou o Google, uma atitude semelhante por parte da Apple pode estar próxima. Espero que as coisas melhorem logo por lá pra que os desenvolvedores argentinos consigam vender seus trabalhos para appstores fora do país.

    Com informações de Celularis.

    Google pode entrar na briga para comprar Waze e isso pode ser ótimo!

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    Desde que rolaram rumores no começo do mês indicando que o Facebook estaria interessado em comprar o aplicativo de GPS Social Waze, as coisas pareceram um pouco animadoras, afinal o aplicativo é uma grande ferramenta. Com uma grande empresa por trás, ficaria ainda melhor. Mas parece que o Google resolveu entrar na briga e oferecer sua proposta à empresa.

    Os números giram em torno de 1 bilhão de dólares tanto para a oferta do Facebook, quanto para a oferta do Google. E convenhamos: a empresa de Mountain View tem mais crédito que o Facebook quando o assunto são os dados de utilizadores.

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    O Waze é um app de mapeamento, trânsito e navegação baseados em uma comunidade de 40 milhões de usuários, que tem como intenção unir forças com outros motoristas para escapar do trânsito, poupar tempo e dinheiro.

    Alguns amigos que utilizam o aplicativo disseram que ele é realmente útil e tem uma grande quantidade de usuários ativos. Eu mesmo já instalei em meu smartphone pra testar e pareceu ter bastante informação sobre o trânsito. Mas como infelizmente o aplicativo não faz milagre, eu prefiro optar pelo transporte público a ter que dirigir neste trânsito caótico e engrarrafado da cidade de São Paulo.

    25 de maio. Dia do Orgulho Geek

    Hoje, 25 de maio é comemorado o Dia do Orgulho Geek. Ou o Dia do Orgulho Nerd e até mesmo Dia da Toalha.

    A data foi escolhida por ser o mesmo dia e mês do primeiro filme da série Star Wars, além de ser coincidentemente a data do falecimento de Douglas Adams. O escritor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias.

    Pelo fato de Douglas Adams ter dedicado uma página inteira para as utilidades de uma toalha, alguns dos fãs da série costumam carregar uma toalha consigo durante todo o dia 25, em homenagem ao ídolo. Por este motivo a data acabou se tornando conhecida também como Dia da Toalha.

    O dia já entrou nos calendários das empresas, principalmente de e-commerce, que costumam dar descontos especiais em itens “geeks” neste dia. Isso sim é motivo de comemoração. E aí, já comemorou seu dia hoje?

    Kanye West é um cara esperto

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    O todo-poderoso rapper Kanye West está prestes a lançar CD novo e a expectativa é grande, como sempre. Uma de suas  novas músicas é um ataque direto ao sistema penitenciário dos EUA. De acordo com os boatos, Yeezus, uma mistura de Yeezy (seu apelido) com Jesus (!), chega às lojas dia 18 do próximo mês, mas já está causando o comum burburinho quando o assunto é Kanye.

    A conceitual capa de Yeezus.
    A conceitual capa de Yeezus.

    Alguns dias atrás, sr. West divulgou duas músicas novas: New Slaves e Black Skinhead, no famosíssimo Saturday Night Live – ou SNL. Black Skinhead tem uma levada rock, com vocais pesados e, literalmente, nervosos. Kanye West parece estar puto e dispara seus versos em um clima soturno, cheio de sombras e projeções que obviamente criticam o american way of life, além de imagens da Ku Klux Klan. Coisa séria.

    Mas o trunfo maior de Kanye West, não querendo desmerecer Black Skinhead, muito pelo contrário, até mesmo porque a sonoridade da música é bem diferente e agrada a quem curte suas músicas, fica por conta de New Slaves. A música tem um pouco menos de egocentrismo e ostentação (nas letras e não na divulgação, que eu vou falar daqui a pouco) comuns à sua música. New Slaves, com seu alto teor crítico, despeja em seus versos denúncias sobre o sistema penitenciário norte-americano mantido por empresas privadas.

    Com versos como “Meanwhile the DEA / Teamed up with the CCA / They tryn’a lock niggas up / They tryn’a make new slaves / See that’s that private owned prison / Get your piece today.” (em tradução livre: Enquanto isso a DEA se juntou com a CCA. Eles estão tentando trancar os negros. Eles estão tentando fazer novos escravos. Veja que é essa prisão privada. Pegue seu pedaço hoje), o rapper fala diretamente que os Estados Unidos querem formar novos escravos com um sistema que é falho e duramente criticado. A propósito: DEA significa Drugs Enforcement Administration e CCA significa Correction Corporation of America, o sistema de prisões privadas.

    Mas qual a relação entre escravidão e as prisões? Pois bem, as grandes empresas, desde call centers, passando por fabricantes de armas e companhias de varejo, usam os detentos como mão-de-obra barata. Os detentos costumam ganhar mais ou menos 25 centavos por hora e quem se nega a trabalhar vai para a solitária. Ou seja, esses trabalhadores são nada mais do que novos escravos, como Kanye denuncia, e pode servir como mecanismo para incentivar as prisões. Oras, se os trabalhadores presos custam menos… E saibam que essa história acontece também com imigrantes que são presos.

    Mais para o fim da música, Kanye se vinga dos grandes empresários que estão por trás desse suspeito sistema e canta versos que falam sobre sexo com suas esposas nos Hamptons. Claro que não faltaria o tom sexual.

    O controverso cineasta Michael Moore – diretor de documentários que cutucam os Estados Unidos e mostram todos os podres do país, como Fahrenheit 11/9 (quem ainda não viu, trate já de ver) –  elogiou no Twitter a atitude de Kanye West, por ter cantado essa música em um programa de enorme audiência e, além de tudo, no próprio território norte-americano. “Uau, Kanye! Fez isso na TV? Incrível. ‘Nós somos os novos escravos'”.

    Capturar

    Para divulgar New Slaves, Kanye West instalou projetores em cidades como Berlim, Nova York, Londres e Paris, em que o rapper aparecia trovando seus mais novos versos. Ele não perderia a oportunidade se aparecer mais um pouco, né?!

    Veja uma das projeções:

    E a apresentação no SNL:

    Acessos ao Twitter no Brasil ainda ficam atrás do Orkut e Yahoo! Respostas

    Na minha opinião o Twitter é a rede social mais útil que já vi. É simples, acessível e tem um potencial incrível de reunir pessoas com o mesmo propósito e criar ótimos debates. Isso tudo sem contar o fator terapêutico, onde parece que ao postar algo na rede o usuário se sente ouvido. Por mais que ninguém tenha visto ou comentado sobre.

    Infelizmente a ascensão da rede no Brasil está difícil. Uma matéria recente da Folha de S. Paulo divulgou os números nada animadores da rede do passarinho azul. De acordo com a reportagem, o Twitter tem apenas 1,75% do share de visitantes de redes sociais no Brasil. O número é bem menor do que eu imaginava, o que deixa a rede atrás do Facebook (dominando com 66,54%), Youtube (18%), do Orkut (2,2%), do ask.fm (2,1%) e do Yahoo! Respostas (1,8%).

    Eu não sei o que me surpreende mais. O Orkut e o Ask.Fm entrarem na frente do Twitter ou o fato de o Yahoo! Respostas entrar na lista. Entretanto podemos considerar grandes variações por estados e até mesmo municípios, mas a nível nacional ainda há muito o que ser feito pra que a rede de microblogging passe a ter maior relevância.

    Se os números do Twitter parecem desanimadores, a situação do Google Plus, rede do buscador mais famoso do mundo tem uma participação ainda menor em nosso país, com míseros 0,78% de share. Ficando atrás até mesmo do ~Bate Papo UOL~. Sim, é difícil acreditar que em 2013 e as pessoas ainda acessam Bate Papo Uol e Orkut.

    Reprodução
    Reprodução

    As coisas devem melhorar para o Twitter com a abertura de um “escritório” da rede no país para investimentos nos próximos eventos que teremos aqui nos próximos anos, como Copa do Mundo e Olimpíadas. Se já não se fala em outra coisa em 2013, imaginem os Trending Topics BR ano que vem.. vão ter que reservar servidores só para a hashtag #CalaaBocaGalvao.

    Com informações de: Folha de S. Paulo

    Apple divulga anúncio dizendo que mais pessoas ouvem músicas no iPhone do que em qualquer outro aparelho

    A Apple despertou o mercado da tecnologia para a aproximação da tecnologia do conceito humano, simples e social. Suas propagandas sempre mostram o impacto da tecnologia na vida das pessoas e neste último anúncio não foi diferente.

    Depois de dizer que mais fotos são tiradas com o iPhone do que com qualquer outra câmera, dessa vez o foco é a música. E a empresa é enfática. “Todos os dias, mais pessoas ouvem músicas em seus iPhones do que em qualquer outro aparelho”. Veja o vídeo:

    https://www.youtube.com/watch?v=C1QLMHgX_VU

    OK, Apple. Tudo muito bonito, muito mágico, agora podemos falar do iOS7?

    O que esperar de “A Menina Sem Qualidades”?

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    No próximo dia 27, a MTV Brasil vai se aventurar mais uma vez no mundo das “microsséries”. A bola da vez é “A Menina Sem Qualidades”, adaptação do livro da escritora alemã Juli Zeh. A história gira em torno de Ana, a típica adolescente contemporânea: 16 anos, classe média, que nega o sistema, tem dificuldades em se relacionar com o mundo exterior e, por isso, se isola em seu infinito particular. Ela então conhece Alex, um rapaz de 18 anos que faz o tipo manipulador. E é nesse momento que a trama começa a se desenvolver, a partir das chantagens e dos “jogos de sedução” aos quais Alex submete Ana.

    A direção fica por conta de ninguém menos que Felipe Hirsch, endeusado constantemente por seu trabalho em teatro. Hirsch tem um forte envolvimento com as artes em geral e é fundador da Sutil Companhia de Teatro, junto com o ator Guilherme Weber. Responsa!

    Hirsch disse que a MTV deu total liberdade a ele e, assim, ele conseguiu colocar em prática o que tanto queria: adaptar um romance que já conhecia há tempos e ter a oportunidade de fazer um retrato da juventude atual, e não uma caricatura. Segundo ele, é só isso que se faz hoje em dia. Vale lembrar que, em “A Menina Sem Qualidades”, Felipe Hirsch fará sua estreia na teledramaturgia, o que nos deixa ansiosos. Não que ele não esteja por dentro do que acontece no “mundo filmado”. Ele já dirigiu um longa (Insolação, de 2009) não muito bem aceito, com uma grande parceira sua, Daniela Thomas. Daniela já dirigiu outro filme, junto com Walter Salles – o excelente Linha de Passe. Inserido no contexto televisivo-cinematográfico ele já está, resta saber no que vai dar a série, formato com o qual ainda não trabalhou.

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    O trabalho de Felipe Hirsch vem em boa hora. A MTV é alvo de constantes boatos sobre sua estabilidade. Nos últimos tempos, já ouvi no mínimo três vezes que a emissora iria fechar, o que nunca acontece de fato. Não há como negar a queda na qualidade das atrações, o que ajudou a afastar a audiência, somado ao fato de que a internet simplesmente tomou de assalto os adolescentes que antes tinham como distração o canal que tanto entendia seus anseios. A proposta pode afastar também os ideais pretensiosos, como a série Descolados, exibida um tempo atrás. Não precisa de motivos para justificar o porquê de considerar a série pretensiosa. Reparem no nome. “A Menina Sem Qualidades” já começa bem porque é produto nacional e parece estar longe de ser, por exemplo, um Skins da vida (não que Skins seja ruim… mas convenhamos que se perde a partir da quarta temporada ou ainda antes disso).

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    “A Menina Sem Qualidades” tem tudo pra dar um up geral na MTV. Seu viés artístico é inquestionável, tanto em relação a fatores técnicos – direção, direção de arte (o diretor de fotografia foi destaque na revista Variety), e atuações – quanto aos fatores de identificação que vão rolar com o público. Quem fará o papel de Ana é a atriz com o eterno jeito de outsider Bianca Comparato. Ela é, visualmente, uma jovem do nosso tempo. Zico Goes, diretor de programação da emissora, disse: “Nós vamos nos orgulhar para sempre”. Se a MTV ainda tiver fresca na memória o seu incrível know-how pra ditar tendências – vocês acham que os “coloridos” viraram aquela febre por causa de quem? -, a gente pode até voltar a reparar mais nos sinais vitais do canal e, quem sabe, arrumar um tempo pra assistir. Ainda que seja no YouTube, um dia depois, fazendo um streaming porco via conexão 3G, enquanto vamos para o serviço.

    https://www.youtube.com/watch?v=T9EH_yM5V7o

    Microsoft usa Siri para zombar de recursos do iPad em comercial

    Há menos de uma semana eu falei aqui sobre o péssimo gosto das propagandas da série Scroogled da Microsoft. E agora acabo de me deparar com outro comercial da empresa fazendo comparativos com seus concorrentes, mas dessa vez de uma forma saudável.

    Com o slogan “Less talking, more doing” (algo como: Menos conversa e mais ação), a campanha mostra o iPad e um tablet com Windows 8 lado a lado comparando alguns recursos e a voz da Siri praticamente se autotrolando.

    “Desculpe, eu não mostro atualizações assim…” “Desculpe, eu só consigo fazer uma coisa por vez” “Eu acho que essas coisas não são um PowerPoint.” e fecha com uma ótima sacada: “Devemos apenas tocar ‘Chopsticks’?” E tocam a música no piano do Garageband. Hahahaha!

    Veja o comercial:

    https://www.youtube.com/watch?v=vrFxRj4gJOQ

    Visto em: Gizmodo US

    Conheça o Xbox One. O novo console da Microsoft

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    Ontem foi um grande dia para os gamers. A Microsoft anunciou a atualização de seu console Xbox. O videogame será lançado no mundo todo até o final do ano e tem como intenção fazer frente não só seu principal rival Playstation 4, mas também todo um mercado de tablets e games mobile e entretenimento. Com esse intuito é apresentado o Xbox One. Seu videogame e mais do que isso: sua central multimídia.

    All In One

    O Evento

    Ao entrar no site do Xbox hoje eu me deparei com o vídeo com locução em português por cima, o que significa que a preocupação da empresa com os usuários ao redor do mundo e principalmente conosco, brasileiros, que antigamente não tínhamos nem jogos em PT-BR é relevante. Eu não entrei no site do evento ao vivo, portanto, embora acredite que a tradução foi simultânea, não posso afirmar isso, mas independentemente, é um detalhe que com certeza fez a diferença.

    Hardware

    Uma coisa era certa. Os videogames precisavam urgente de uma atualização urgente. Os dois principais players do mercado Xbox 360 e Playstation 3, apesar de rodarem grandes títulos com gráficos de impressionar, possuem um hardware ridículo, que além de limitar a criatividade dos desenvolvedores é quase como comprar um computador de oito anos atrás e pagar um preço de hoje em dia.

    O hardware do Xbox One é o que se espera de um console lançado em 2013: CPU octa-core, 8GB de memória RAM, HDD de 500GB, drive de Blu-ray, Wi-Fi direct, HDMI e USB 3.0.

    specs

    Design

    Por mais que a Sony tenha dado todos os detalhes de jogos, especificações e blá, blá, blá… O fato do console físico não ter sido apresentado deixou um buraco no lançamento. Como será o console? Será que ainda não está pronto? A Microsoft sabe disso, tanto que fez questão de mostrar sua preocupação estética com o produto, mesmo sabendo que esse não deveria ser o foco do evento e, no fim, o fato do consumidor ter uma imagem para guardar na cabeça é algo bem melhor que números e especificações.

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    Se as formas retangulares e planas foram a grande aposta da Microsoft no software, com o Windows 8 e Windows Phone, no âmbito do software não poderia ser diferente. O Xbox One abandona aquele formato de videogame da Xuxa, meio em “X” e dá lugar a um design mais futurista e com um ar mais sério puxando um pouco pra Bauhaus. Algo tão sutil e simples que em menos de 24 horas já tinha ganhado um apelido. Vídeocassete.

    O novo Kinect

    kinect

    O Kinect 2 surpreendeu todas as minhas expectativas. O Kinect é agora o grande cérebro de inteligência do Xbox. Além de captar movimentos ele é o resposável por interpretar comandos de voz.

    Controle de voz

    Parece mesmo que o controle por voz iniciado pela Siri no iPhone lá em 2011 é mesmo a grande aposta da indústria tecnológica. De lá pra cá os recursos de voz já foram introduzidos nos mais variados dispositivos e agora chegam também ao Xbox One.

    O Kinect será vendido junto com o console e se tornou praticamente parte do videogame. Quando o usuário diz “Xbox On” ele liga e já vai automaticamente para o perfil da pessoa que ele identificou a voz. Sinistro, não?

    kinect2

    Uma vez logado no sistema a maioria dos recursos podem ser ativados via comando de voz: basta dizer “Watch TV”, por exemplo, e a programação de TV ao vivo é acionada (isso não ficou muito claro de como será feito nem se funcionará com nossa frequência de TV por aqui).

    Reconhecimento de movimentos

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    Com um novo sensor de 1080p que capta imagens a 60fps o Kinect 2 consegue captar muito mais informações de movimentos e os benefícios dessas novas informações já foram exemplificados, como a capacidade de rastrear movimentos do pulso e até mesmo ler seus batimentos cardíacos enquanto você se exercita, mas nas mãos de grandes desenvolvedores é que veremos todo o potencial que esta nova ferramenta irá proporcionar.

    Controle

    controle

    Eu nunca fui muito fã do controle do Xbox. Sempre achei uma coisa feinha e pouco ergonômico. O novo controle promete resolver todos esses problemas e proporcionar novas experiências, como feedback nos gatilhos e a reconstrução dos botões direcionais.

    E aí?

    Se o lançamento for realmente mundial, as chances do Brasil ser incluído na lista dos primeiros lançamentos é grande, visto a importância que as empresas de tecnologia têm dado ao país nos últimos eventos, mas o fator principal será o básico: preço. Se Smartphones estão ultrapassando facilmente a barreira dos R$ 2000,00, o preço do console por aqui tem tudo para ser tão exorbitante como tudo o que costumamos comprar relacionado a tecnologia por aqui.

    Agora resta e esperar e ver com a quem vamos entregar todas nossas economias: Microsoft ou Sony?

    Os Estagiários será sua vingança contra seu chefe pré-histórico em forma de filme

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    Uma das estreias prometidas para Agosto é “Os Estagiários”. O longa conta a história de dois quarentões que se veem sem alternativas no mercado de trabalho a não ser estagiar em uma moderna empresa de tecnologia. O fato é que a falta de experiência com a internet e o relacionamento com gestores com metade da idade deles serão os maiores desafios da vida desses caras.

    Mal posso esperar pra ver. E na verdade espero que todos os meus ex-chefes quadradões assistam isso e pensem que enquanto eles trocam cartões de visitas amarelados, nós jogamos vídeo-games com nossos clientes. Chupem.

    Veja o trailer:

    Amigos fotógrafos, vocês é que irão sorrir desta vez: Flickr é reformulado e ganha 1TB de espaço gratuito!

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    Não foi só a compra do Tumblr que foi anunciada pelo Yahoo! no dia de hoje não. A empresa  divulgou um novo Flickr! Quem está há algum tempo no ramo da fotografia digital deve se lembrar que há alguns poucos anos o Flickr era uma das melhores comunidades de fotografia no mundo. Pelo fato de ser uma rede dedicada a fotos e com vários recursos inovadores para a época, o Flickr se destacou tanto que acabou sendo comprado pelo Yahoo! em 2005.

    Esse passado pode voltar a ser uma realidade se depender dos esforços da empresa que agora está sob o comando de Marissa Mayer. O novo Flickr ficou realmente bonito e promete resolver o problema que mais me incomodava no serviço de uma vez por todas. Agora você tem UM TERABYTE de espaço de graça.

    1tb

    Como o próprio Flickr fez questão de ressaltar, com este espaço você “poderia tirar uma foto por hora pelos próximos 40 anos e não acabaria com o novo espaço”. Com um espaço desses faltaria então um redesign naquele layout estranhão, certo? Certíssimo. O novo layout está bem bonito e extremamente moderno. Há até a possibilidade de adicionar capas ao perfil.

    Flickr  Sua galeria

    Se isso será o suficiente para o serviço voltar ao topo dos sites de compartilhamento de imagens eu não sei, mas já prova que os novos planos do Yahoo! parecem ser bem interessantes.

    App Minbox dá um tapa na cara do Dropbox e chega com tudo no compartilhamento de arquivos para Mac

    O aplicativo até então desconhecido Minbox apareceu hoje na Mac App Store. Ele não apareceu do nada, veio dando um tapa na cara do Dropbox. Um dos maiores serviços de compartilhamento de arquivos que temos atualmente.

    Sem medo de mostrar a que veio, ou melhor, a quem veio querer enfrentar, o vídeo de divulgação do aplicativo mostra quão simples é utilizá-lo e chega a debochar da forma com que se faz o mesmo processo no Dropbox.

    O aplicativo é grátis e pode ser baixado exclusivamente para Macs na Mac App Store por este link.
    Com informações de: TechCrunch

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