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    Por que agências são tão conservadoras? | #LGBTsNaComunicação

    Por que um mercado de trabalho pretensamente menos conservador, como o da comunicação, é um antro de preconceitos e exclusão? 

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    Na última coluna, falamos sobre a interseccionalidade. Nesta, vamos mergulhar um pouco no mundo das grandes agências, tentando entender por que um mercado de trabalho pretensamente menos conservador, como o da comunicação, é um antro de preconceitos e exclusão? 

    Se você está chegando agora, este post é parte de uma série sobre diversidade nas agências de comunicação:

    1. Entendendo o básico sobre diversidade!
    2. Representatividade x diversidade
    3. Inclusão e Sexismo Velado
    4. Cotas e Ações Afirmativas
    5. Por que diversidade importa?
    6. Como aumentar a diversidade nos ambientes de trabalho?
    7. Interseccionalidade

    Parte 8 –  Por que agências de comunicação são tão conservadoras?

    Quando pensamos em agências de comunicação, especialmente as publicitárias ou de Relações Públicas, as imagens que vem à mente são de locais de trabalho descolados, bem decorados e com pessoas em pura efervescência criativa que vêm a nossa mente.

    Este imaginário é resultado de um trabalho de anos desta indústria para a construção de sua reputação enquanto moderna e inovadora, por meio de prêmios, vários veículos de imprensa especializados e de auto exaltação.

    O modelo de negócio das grandes agências, baseado em pagamentos mensais de seus clientes (grandes companhias) e também nas comissões dos veículos de mídia, faz com que suas atividades sejam de alto risco, pois a satisfação das organizações atendidas depende dos resultados trazidos por seus próprios clientes.

    Ou seja, às agências de comunicação resta realizar um bom trabalho dentro dos limites impostos pelos contratos pré-fixados ou pela inércia de seus clientes, o que pode sufocar a proposição de novos formatos ou ações. Ou seja, pode inviabilizar práticas de inovação.

    A solução mais “simples”?

    Grandes anunciantes sofrerem pressão por parte dos seus clientes e trocarem os briefings das campanhas de comunicação. Ou ainda as agências evoluírem seus modelos de remuneração, pois inovação também é diversidade!

    Gostou? Compartilha! A série fica por aqui mas em breve traremos mais conteúdo sobre diversidade no mercado da comunicação!

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