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Agências Independentes: o que esperar delas para o futuro?

Afinal, qual é o papel e o futuro das agências independentes na publicidade brasileira e suas vantagens no mercado atual? Ouça já nosso papo a respeito!

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✨ O que você precisa saber:

  • Agências independentes representam 93% do setor publicitário brasileiro e movimentaram R$29 bilhões em 2024, contrastando com os 7% das grandes holdings.
  • Apesar das grandes agências dominarem os holofotes e serem preferidas para contas estratégicas, as independentes oferecem vantagens como agilidade, flexibilidade e proximidade com o cliente.
  • O futuro da publicidade é híbrido, com grandes agências para escala e agências independentes para nicho, experimentação e inovação, sendo importante repensar critérios de seleção e valorizar estratégia e fit cultural.

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As agências independentes são responsáveis por 93% do setor publicitário brasileiro, mas quando falamos de grandes projetos premiados, sempre vem o trabalho de um grande grupo global à cabeça.

Em um momento de grandes transformações no mercado de Marketing e Comunicação e uma cobrança cada vez maior por performance, as agências independentes desempenham papel fundamental e encontram oportunidades únicas para executarem seu trabalho.

Neste episódio do GKPBcastMatheus Ferreira e Caroline Ferradosa debatem esses pontos e dão sua visão do que esperar dessas agências para o futuro.

Confira o episódio completo no YouTubeSpotifyDeezer ou qualquer outra plataforma de streaming que seja da sua preferência.

Agências Independentes – Resumo do episódio

O episódio do GKPBcast discute o papel e o potencial das agências independentes no mercado publicitário brasileiro, que representam 93% do setor e movimentaram R$ 29 bilhões em 2024, contrastando com os 7% das grandes holdings. Os apresentadores argumentam que, embora as grandes agências ainda dominem os holofotes (como premiações no Festival de Cannes) e sejam preferidas por 68% dos anunciantes para contas estratégicas, as independentes oferecem vantagens significativas: agilidade, flexibilidade, proximidade com o cliente e capacidade de adaptação a mudanças rápidas do mercado. Um exemplo citado é a agência Gana, fundada por Felipe Silva (criador do “Círculo de Agências Independentes”), que provou ser possível fazer publicidade de alto nível com equipes diversas e comprometimento real com o sucesso do cliente, diferentemente das grandes agências, frequentemente descritas como “linhas de produção” burocráticas, com alta rotatividade de profissionais e distanciamento dos clientes menores.

Um dos pontos centrais é a crítica ao modelo de concorrências, que muitas vezes exigem que agências independentes invistam tempo e recursos em campanhas fantasmas sem garantia de retorno, em processos que já têm o resultado definido previamente, uma prática desgastante que leva muitas pequenas agências a simplesmente não participarem mais desses processos. Em contrapartida, as agências independentes se destacam por se tornarem “extensões do marketing do cliente”, indo além do escopo contratual e atuando como consultoras estratégicas, muitas vezes com os próprios CEOs participando ativamente das reuniões operacionais, algo impensável em grandes holdings. Cases como o da agência Hiperstorm, que vem há bons anos dando suporte no digital para clientes como Dr.Oetker e a 3Tom Xperts, que desenvolveu uma campanha de endomarketing para 6.000 técnicos da Claro (com 99% de adesão voluntária e aumento consistente do NPS), e o da Mosquinha (móveis infantis) no Pinterest, que alcançou ROAS de 29% e o primeiro milhão em vendas, ilustram o poder da especialização em nichos específicos, como employee experience e SEO.

Os apresentadores concluem que o futuro da publicidade é híbrido: grandes agências para escala (campanhas de TV, rádio, alcance massivo) e agências independentes para nicho, experimentação e inovação, uma analogia ao “navio transatlântico” versus o “jetski”. Eles defendem que as marcas precisam repensar seus briefings e critérios de seleção, incluindo agências de diferentes portes em concorrências e criando comitês de avaliação mais diversos que valorizem estratégia e fit cultural, não apenas tamanho. O episódio também aborda brevemente o polêmico modelo de BV (bonificação por volume), criticado por gerar relações insustentáveis, e destaca a importância de as faculdades apresentarem aos futuros profissionais cases de agências independentes, não apenas das holdings tradicionais.

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