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    A Era dos Streamings | Break Publicitário #12

    No décimo segundo episódio do Break Publicitário, Matheus e Erik conversam sobre o impacto da existência de tantas plataformas de streaming no mercado.

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    Como já falamos aqui no GKPB, o número de plataformas de streaming cresce cada vez mais, mas um fator importante precisa ser considerado: como o consumidor fica mediante a tantas variedades? Será que é possível pagar todos? Quais escolher? No décimo segundo episódio do Break Publicitário, Matheus Ferreira e Erik Rocha falam sobre o A Era dos Streamings.

    Consolidação do formato

    As plataformas de streaming começaram a chegar com o ponta pé inicial da Netflix aqui no Brasil em meados de 2011. No início a plataforma ficou conhecida até como uma “substituta” das antigas Blockbusters e as pessoas chamavam até mesmo de “locadora digital”.

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    No começo a Netflix não contava com um catálogo muito grande e séries como House of Cards e Orange is the new Black acabaram carregando a fama da plataforma. O serviço de streaming chegou para desestabilizar o mercado de pirataria que era tão intenso aqui no Brasil.

    A chegada dos demais serviços de streaming

    No primeiro momento, diversas produtoras importantes voltaram seus olhos para a Netflix, mas foi questão de tempo até que essas produtoras passassem a investir em suas próprias plataformas, como foi o caso da Disney com o Disney+.

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    Aos poucos o mercado do streaming começa a se tornar cada vez mais “individualista” e todo mundo quer ter um streaming para chamar de seu, como é o caso de plataformas como HBO Max, Globoplay, Paramount+, Prime Video, entre outros.

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    Quanto custa assinar os principais serviços de streaming do Brasil?

    Mas será que vale a pena assinar todos os serviços de streaming? O pessoal do Break Publicitário resolveu listar os players mais importantes e somar as assinaturas para saber quanto custa estar presente em todas essas plataformas, confira abaixo:

    • Disney+ — R$ 27,90;
    • HBO Max — R$ 19,90;
    • Prime Video — R$ 9,90;
    • Apple TV — R$ 9,90;
    • Globoplay — R$ 22,90;
    • Netflix — R$ 21,90;
    • Paramount+ — R$ 19,90;
    • Starz Play — R$ 14,90;
    • Crunchyroll — R$ 25,00;
    • Looke — R$ 16,90;
    • Telecine — R$ 37,90.

    Ou seja, para consumir conteúdos de todas as plataformas de streaming o consumidor precisaria de R$ 217 reais ao mês. Entretanto, se você quiser os melhores planos desses serviços, o preço sobe ainda mais, totalizando R$ 327,30 por mês.

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    O retorno da pirataria

    Com a quantidade absurda de streamings no mercado fica quase impossível para a maioria das pessoas assinarem todas as plataformas. Dessa forma, o que outrora chegou para amenizar a pirataria, acaba se tornando o principal intensificador da mesma.

    Hoje em dia, além do processo de pirataria padrão, onde você procura o filme que quer assistir Internet abaixo em busca de uma opção de download que seja ao menos confiável, existem “aplicativos pirateados” com um catálogo de todas as plataformas de streaming onde a pessoa paga uma quantia mais acessível para ter acesso aos conteúdos.

    Além disso, existem também aqueles que não querem apelar para a pirataria, que são serviços que formam “grupos de assinatura”, como o Kotas, onde pessoas desconhecidas (ou não) se juntam para fazer dividir o custo das plataformas.

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    O streaming no universo da música

    Quando o assunto é música, o streaming funciona de maneira diferente do que acontece no mercado visual. Tanto faz se você escolhe Spotify ou Deezer, o catálogo em ambas as plataformas é praticamente o mesmo e a companhia se preocupa mais com a experiência do usuário do que com o conteúdo em si.

    Considerações finais

    É compreensível que as marcas queiram assumir suas próprias plataformas de streaming, visto que cada grande empresa tem um diferencial para oferecer. Entretanto, do ponto de vista do consumidor, ter uma vasta variedade de plataformas não é viável, o que pode acabar levando o consumidor a procurar outros meios para consumir as obras.

    É importante que as plataformas observem e aprendam um pouco mais com as plataformas de streaming de música, procurando por alguma maneira de viabilizar esse contato dos consumidores com seus catálogos.

    Além disso, com tantas plataformas diferentes, é importante analisar o cenário atual em que estamos também. O questionamento que fica é: será que as pessoas continuarão consumindo tanto streaming no período pós-pandemia? Cabe ao tempo dizer como as plataformas se desenvolverão em um momento futuro.

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    Caso você tenha interesse em conferir toda conversa do podcast na íntegra você pode ouvir ou assistir o Break Publicitário em todas as plataformas digitais.

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