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    7 horas de caos | Break Publicitário #24

    No episódio 24 do Break Publicitário, Matheus, Erik e Victor falam sobre as 7 horas de caos durante a queda das plataformas do Facebook

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    No último dia 4 de outubro, o mundo inteiro foi pego de surpresa por uma queda dos principais serviços gerenciados pelo Facebook: Whatsapp, Facebook e Instagram ficaram offline por cerca de 7 horas. Prejudicando milhares de profissionais que dependem dos serviços das redes de Mark Zuckerberg para gerenciar seus negócios.

    Neste episódio do Break Publicitário, Matheus Ferreira,  Erik Rocha e Victor Alexandro se reúnem para discutir um pouco sobre como chegamos neste nível de dependência das plataformas do Facebook, o que fazer para evitar depender muito de uma única plataforma e quais ferramentas podem ajudar num cenário de caos como o que aconteceu.

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    O uso das plataformas

    Não dá para negar que Mark Zuckerberg produziu um império envolto de redes sociais e, nos dias de hoje, suas plataformas acumulam números de usuários cada vez mais gritantes, como é o caso do Facebook que atualmente possui uma base de usuários ativos com mais de 2,85 bilhões, seguido pelo WhatsApp com 2 bilhões e Instagram com 1,38 bilhões com base em dados do Statista e da Etus.

    Cenário no Brasil

    A segunda edição do Global Pre-Paid Index (GPI), pesquisa realizada pela Ding, aponta o WhatsApp como o aplicativo mais usado no Brasil (85%). O ranking ainda traz o Instagram como o segundo app mais usado pelos brasileiros (76%), seguido do Facebook Messenger (65%), ou seja, ainda que o Facebook não esteja na liderança aqui no Brasil, todas as redes sociais no top 3 são gerenciadas por ele.

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    Dessa forma, fica muito claro o motivo do desespero de todo cidadão brasileiro quando as plataformas do Facebook ficaram fora do ar. Uma atitude muito diferente dos cidadãos norte-americanos, por exemplo, onde apenas 20% da população faz o uso do WhatsApp.

    Por que o brasileiro usa tanto o WhatsApp?

    Existem diversos motivos para o WhatsApp fazer tanto sucesso aqui no Brasil e, um deles, obviamente está diretamente ligado ao abuso das taxas das operadoras telefônicas no país.

    As operadoras cobravam muito caro por pacotes de ligações e SMS e, por esse motivo, quando um aplicativo chega permitindo que o consumidor essas atividades gratuitamente, ele passa a se destacar e ganhar adeptos rapidamente, como foi o caso do WhatsApp.

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    Em contrapartida, nos EUA os consumidores nunca sofreram com esse tipo de abuso por parte das telefonias e a troca de mensagens por “SMS” sempre foi muito barato. Além disso, o iPhone é muito popular por lá e a marca tem a praticidade de mesclar seu app iMessage com as mensagens comuns.

    O que aconteceu no dia 4 de outubro

    E o acontecimento que deu origem ao nome deste episódio do Break Publicitário, no dia 4 de outubro, quando todas as plataformas gerenciadas pelo Facebook entraram em pane e ficaram sem funcionar por aproximadamente 7 horas ininterruptas.

    Ninguém entendeu o que aconteceu já que o próprio Facebook demorou para se pronunciar e diversas teorias da conspiração começaram a circular por aí, mas uma reportagem do g1 esclarecesse que aconteceu uma falha interna nas configurações em roteadores de sua rede de servidores.

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    Basicamente, um erro não conhecido fez com que os servidores da empresa parassem de se comunicar entre si e, por esse motivo, a companhia não conseguia se conectar com seu sistema para fazer com que tudo voltasse a funcionar normalmente.

    Do lado do Facebook, a empresa emitiu um comunicado oficial onde pedia desculpas pelo ocorrido e não explicava muito bem a origem do problema, mas afirmou que está trabalhando para que não se repita.

    O crescimento da concorrência

    Aos poucos felizmente é possível acompanhar um processo onde o Facebook não fica governando de tão alto, longe de seus concorrentes.

    Recentemente o TikTok anunciou que atingiu 1 bilhão de usuários mensais em sua plataforma e, após a queda do WhatsApp no último dia 4, o fundador e diretor executivo do Telegram, Pavel Durov, afirmou que “o Telegram experimentou um aumento recorde em registro e atividade de usuários”.

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    O aplicativo de mensagens que é o principal concorrente do WhatsApp apontou um aumento de 70 milhões de novos usuários durante a queda das plataformas do Facebook.

    Além disso, vale lembrar também da força do Twitter que, durante a queda do Facebook apresentou um movimento intenso com seus usuários e, embora tenha dado alguns problemas momentâneos, a rede social seguiu firme durante todo período da queda.

    O impacto nas pequenas empresas

    De acordo com uma matéria da Folha de São Paulo, a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) calcula que o setor tenha perdido R$ 6,6 milhões com a queda dos serviços por cerca de seis horas. O montante equivale a 2% do faturamento médio diário do e-commerce, diz Maurício Salvador, presidente da entidade.

    Segundo o dirigente, as empresas sofreram por terem recebido menos pedidos, já que muitos dos clientes chegam pelas redes sociais, e tiveram perda grande de qualidade no atendimento aos consumidores, pois o uso do WhatsApp para a função está em alta.

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    Infelizmente os donos de pequenas empresas acabaram sendo muito prejudicados com a queda das plataformas do Facebook visto que, durante todo período de pandemia, trabalhar utilizando o WhatsApp acabou se tornando inevitável, pois era o lugar mais “fácil” de contato com os consumidores.

    Alternativas para lidar com o domínio do Facebook

    Esse acontecido mostra que não é nada favorável estruturar toda sua empresa nas mãos de três redes sociais que pertencem à mesma pessoa. Por isso, indicamos algumas alternativas para que seja possível estar preparado para esse tipo de problema.

    Site

    Não é todo mundo que pode ter um site, mas não há dúvidas de que possuir um domínio na Internet garante uma segurança maior na hora que o seu cliente precisar procurar pela sua empresa.

    Existem diversas ferramentas que facilitam a criação de seu site e que são de fácil acesso mas, caso ainda assim você não tenha interesse ou poder aquisitivo para criar um, siga para a próxima dica.

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    Google Meu Negócio

    O Google Meu Negócio é uma ferramenta do Google onde você cadastra a sua empresa e ela vai ficar em exibição quando o consumidor procurar por você.

    Ali você consegue receber avaliações e feedbacks, montar um “feed” para que os consumidores vejam os seus produtos e diversas outras funcionalidades que você pode encontrar para ficar um pouco mais distante do “monopólio” do Facebook.

    Telegram

    O Telegram é o principal aplicativo de mensagens quando o assunto é a concorrência com o WhatsApp e ele faz basicamente tudo igual. Além disso, nele é possível montar um “canal” e acrescentar todos os seus clientes, diferente das listas de transmissões do WhatsApp, assim você consegue publicar lá as suas novidades e pode permitir, ou não, que seus consumidores respondam.

    O GKPB possui um canal no Telegram e, caso você tenha ficado curioso sobre como funciona, você pode clicar aqui e passar por lá para conferir todo processo.

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    Considerações finais

    É certo que as plataformas do Facebook não irão acabar de uma hora para outra, mas é válido se atentar para não ficar 100% dependente de uma única empresa. Ainda que não esteja presente em todas as redes sociais e/ou plataformas, é importante que você tenha pelo menos um plano de contingência e um lugar para onde “correr” caso esse tipo de problema venha a acontecer novamente.

    É muito importante e mais seguro para sua empresa ter uma estratégia diversificada para não se encontrar 100% dependente de alguma plataforma.

    Caso você tenha interesse em conferir toda conversa do podcast sobre as 7 horas de caos nas plataformas do Facebook na íntegra você pode ouvir ou assistir o Break Publicitário em todas as plataformas digitais.

    Conheça nosso podcast

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