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    “Estamos reconectando o plug”, diz Brazil Electronics ao trazer Kodak de volta ao Brasil

    Companhia aposta na nostalgia retrô que une gerações ao trazer de volta uma das marcas mais icônicas da tecnologia no mundo

    EM GKPB.COM .BR

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    Em fevereiro a Brazil Electronics anunciou ao mercado brasileiro que estaria trazendo de volta ao país uma das marcas mais icônicas de toda a história da tecnologia no mundo, a Kodak. Com o lançamento das câmeras instantâneas Mini Shot Retro, a companhia reacendeu memórias e reconectou uma legião de consumidores em torno da foto física.

    Fundada em 2020, a Brazil Electronics é uma importadora especialista em marcas tradicionais que vão desde eletrônicos, até utilidades domésticas. Com matriz em São Paulo e warehouse no Espírito Santo, a companhia brasileira atua com a importação e nacionalização de produtos, estruturação de canais de distribuição e e-commerce em todo território nacional, além do desenvolvimento de estratégias de comunicação para marcas. É a distribuidora exclusiva autorizada no Brasil para a linha de câmeras instantâneas e impressoras de fotos da Kodak.

    Com o intuito de entender um pouco mais dessa nostálgica aposta, o GKPB convidou Fernando Perfeito, Diretor de Marketing e Vendas da Brazil Electronics, para um papo sobre choque de gerações, memórias e, claro, o que esperar do futuro da marca Kodak no Brasil.

    GKPB: A Kodak é uma marca icônica, que fez história na fotografia. Imagino que deva ser gratificante poder trabalhar com a companhia, mas o que foi que brilhou o olho do Fernando na hora de decidir trazer este produto ao Brasil?

    A Brazil Electronics tem uma missão no Brasil de ser um value added distributor, ou seja, nós sempre agregamos valor às marcas com que trabalhamos no mercado brasileiro.

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    Nós já tínhamos uma marca muito icônica conosco no mercado de mesa posta, que é a Guzzini, uma marca de 1912, e estávamos em busca de outra marca icônica em termos de proposta. A Guzzini foi uma das precursoras do acrílico. E quem é a precursora da fotografia? Então fomos atrás da Kodak.

    A Kodak é uma marca super icônica, que tem dentro dela a questão da inovação. Ela inovou em 1888, ao lançar a primeira câmera de varejo no mercado e transformou a fotografia, que era algo experimental, desde 400 a.C. Foi muito legal ir atrás dessa marca por esse portfólio de inovações que ela tem. Não só por conta da câmera fotográfica de varejo, mas também a primeira câmera digital. Ela também tem grandes inovações na parte de impressão.

    Ela reinou no mercado de fotografia de 1920 até 1980, quando a partir de 1980 o mercado de fotografia sofreu uma grande disrupção com o advento das câmeras digitais que a própria Kodak inventou, mas não tinha colocado no mercado. Nesse cenário apareceram vários outros negócios com marcas conhecidas lançando câmeras digitais, que duraram somente 10 anos. Ela teve um formato intermediário e depois foi o que é hoje o seu formato definitivo de fotografia, que é dentro dos smartphones.

    Então durante esta transformação, a Kodak acabou entrando em concordata, porque mudou muito o modelo de negócio. Ela volta da concordata 3 anos depois, mudando seu modelo de negócio, sendo uma empresa de licenciamento de tecnologia com foco nesse histórico de inovação e licenciando a fabricação de novos produtos para outras empresas.

    E aí surgiu esse produto que estamos trazendo hoje para o Brasil. Em 2017 surgiu a Kodak Mini Shot Retro, que vem com essa característica que chamou nossa atenção: um item que traz a tradição da Kodak, que tem qualidade fotográfica, impressão Dye Sublimation e faz fotos instantâneas. Sem contar que também imprime fotos do celular.

    Para nós foi o produto que tem a pegada da tangibilização de momentos que a Kodak sempre teve, conectada com esse novo mercado da fotografia no smartphone. Para nós isso é o que foi mais interessante.

    Qual a participação da Brazil Electronics nesse processo?

    Como um value added distributor, até porque não estamos falando em nome da Kodak, nós somos o distribuidor exclusivo da linha de Photo Printers no Brasil. É nossa responsabilidade nacionalizar, fazer processos regulatórios, distribuição e divulgação desse produto. A partir do momento em que tenhamos novos produtos Kodak, vamos também adicionando dentro desse nosso guarda-chuva. É assim que a Kodak funciona com todos os seus demais parceiros no mundo.

    Quais são as estratégias de promoção desse produto hoje?

    Nesse processo nós estamos aplicando a mesma metodologia de uma startup. Nós trabalhamos em ciclos rápidos por trimestre para podermos conseguir trazer o produto e a marca de volta. O primeiro ciclo foi agora em fevereiro, que foi explicar para o mercado o retorno da Kodak.

    O nosso público-alvo vai desde a geração X, que tem a sua história registrada em álbuns da Kodak, que conhecem seus antepassados por fotos físicas e têm uma lembrança muito clara da marca; passa pela geração Y (Millennial), que teve algumas fotos de bebê num álbum da Kodak, até a geração Z, que não tem foto nenhuma da marca.

    Veja também:  Kodak retorna ao Brasil com câmeras instantâneas Mini Shot Retrô

    Nós escolhemos um parceiro que pudesse ofertar uma experiência de uso do produto, lançando em locais onde as pessoas possam ver e experimentar. Fizemos então uma parceria de exclusividade com a Fast Shop para termos em loja o produto exposto, com suprimento e vendedores treinados, para que o público possa tirar dúvidas e pegar o produto nas mãos.

    O segundo ponto foi fazer esse lançamento indicando que a Kodak volta para o mercado brasileiro com um produto icônico de fotografia. Foram mais de 100 matérias em toda a imprensa nos grandes veículos e vamos começar agora uma estratégia de trabalho com produtores de conteúdos, sejam da imprensa ou influencers, no intuito de passar o uso e a vida do produto em si. Como isso se aplica na vida do consumidor.

    Esse ciclo de difundir o conceito do produto, lançando a volta na grande imprensa e ter um item a ser experimentado é a fase ainda de retorno do awareness, da reconexão do awareness. Estamos utilizando o ponto físico e se valendo da produção de conteúdo para que possamos conectar os pontos da marca e ir para uma segunda fase, onde o produto começa a escalar e assim, podemos utilizar estratégias mais relevantes de produto. Agora nós estamos conectando o plug.

    Eu gosto sempre de contar essa história. A Kodak no Brasil sumiu, mas as pessoas lembram. Milhões de pessoas têm um álbum com fotos da Kodak. Seus produtos perduram. Sua avó está lá até hoje no álbum, você sempre vai contar a história para o seu filho e o produto está lá. Quais produtos vivem gerações? Esses são os itens que escolhemos aqui na Brazil Electronics. Tanto com Guzzini que duram 30/40 anos, a Kodak também tem fotos que duram 40, 50, 60 anos.

    Nós achamos muito legal essa característica de trazer um produto que tem essa questão da cauda longa. Muito diferente de um universo hoje tão fracionado, tão efêmero. E isso para minha geração é uma coisa muito saudosa, para os Millennials ainda traz uma saudade da infância e das coisas que aconteceram naquele momento. E para a Geração Z é uma inovação muito maluca. Acho que isso é o bacana desse produto e da marca retornarem ao mercado.

    Na ocasião do lançamento do produto você mencionou que um dos principais destaques que dava força de negócio para esse produto por aqui eram as vendas nos EUA que foram bastante expressivas. Como foi esse sucesso lá fora?

    A Kodak voltou com esse produto em 2017. Esse segmento de câmeras instantâneas teve um player que está no mercado brasileiro e que foi o único grande player que continuou a vender depois dos anos 2000, quando as grandes marcas saíram do mercado.

    A partir de 2010 a Geração Z japonesa, que é sempre à frente das tendências de consumo, redescobriu a foto impressa. Esse movimento começa por volta de 2011/2012 com uma demanda por esse produto que não existia. Essa marca começou a crescer sozinha por conta dessa demanda e bateu (em levantamentos de mercado) em torno de 8 milhões de unidades/ano por volta de 2017, 2018. Ou seja, o mercado de fotos impressas voltou.

    A Kodak acabou patenteando em 2016 a tecnologia de impressão que é o grande diferencial deste produto. Ele não é uma impressora por haleto de prata, como a tecnologia de 1980 que a outra marca usa. Ela é uma impressora térmica, que usa a tecnologia Dye Sublimation. Uma impressão de alta qualidade, de tons contínuos que atualmente é utilizada em artes gráficas, fotografia e exames médicos, sempre com equipamentos de grande porte.

    Em 2016 eles miniaturizaram este processo numa máquina de 3 por 3 polegadas. Em 2017 eles lançaram, então, a Kodak Mini Shot Retro. E eles conseguiram nesse produto ter a câmera digital instantânea e agregaram a possibilidade de se ter uma impressora que imprime as fotos do celular.

    Foi lançado inicialmente na Coréia do Sul e no Japão. Em 2022 chegou nos EUA. E em apenas um ano esse produto bateu 6 milhões de unidades. O que a outra marca levou 10 anos para fazer, a Kodak fez em 1 ano nos EUA com este produto. Ou seja, as previsões são de que esse item faça a Kodak ser líder em market share em 2 ou 3 anos focando em 3 pontos: qualidade fotográfica com impressão até a borda e com grande durabilidade, uma câmera instantânea que traz o aspecto retrô, e a impressora que torna viável a impressão de fotos do celular. Tudo em um único produto.

    Veja também:  A Volta da Kodak ao Brasil | GKPBCast #59

    Nos EUA foi um grande sucesso. Lá o mercado é um pouco diferente do brasileiro. O principal varejista lá é a Amazon, que é muito onipresente na vida do americano, de uma certa forma, (considerada as devidas diferenças de mercado) o que tem sido Mercado Livre por aqui. Mas aqui tem a questão das lojas de experiência. O brasileiro nunca largou a experiência da loja física, tanto que ainda temos varejistas com milhares de lojas no Brasil inteiro.

    O brasileiro migrou para o digital de uma forma muito fracionada. Os e-commerces são feitos pelos próprios varejistas e a Amazon entrou tardiamente no Brasil. Está crescendo, tendo uma evolução, mas entrou depois que o Mercado Livre já estava aqui. Diferente do mercado americano onde isso já existe há cerca de 12 anos.

    Nós estamos em um mercado ainda em processo de consolidação. Por este motivo nós começamos com uma estratégia de varejo físico para a pessoa ver o produto, se reconectar com a marca e aí nós podemos voltar a adotar estratégias parecidas com o que foi feito lá fora, que são os canais virtuais.

    Porque você acredita que essas diferentes gerações estão se interessando pelo movimento retrô? Você acredita que nós podemos trazer o mesmo sucesso da câmera no mercado americano em suas devidas proporções ao mercado brasileiro?

    Nas devidas proporções de participação no mercado mundial nós chegaríamos ao mesmo sucesso dos EUA vendendo 10 mil unidades mensais. A base se dá na questão da onda retrô e tem alguns elementos muito interessantes. Essa onda é uma realidade muito forte no oriente. É só ver os K-Pops, com roupas coloridas que se assemelham à moda dos anos 80. Isso no Japão já é uma realidade profunda. Nos EUA já está começando a ficar mais forte agora e no Brasil está chegando. Você tem aí grandes sucessos da indústria cultural agora como Stranger Things, Top Gun. E isso é resultado de duas variáveis relevantes.

    A Geração Millennial quase nasceu digital, tem uma recordação emotiva de uma infância analógica. Só depois de adulta caiu no mundo digital. A geração Millennial é a maioria do mercado de trabalho, onde tudo mudou e ficou instável. As profissões mudaram, mesmo no mercado de marketing tudo mudou. As agências, a mídia, tudo ficou fracionado. Mesmo as ondas novas de tendência mudam muito rápido e são muito frívolas para esta geração. Inclusive no mercado de trabalho, os ciclos são cada vez mais curtos.

    Isso fez com que a geração Millennial se relembrasse muito saudosamente de um momento onde as coisas eram mais estáveis e simples: a infância. Para a Geração Millennial as marcas retrô trazem um elemento de anti-ansiedade, que é o elemento da lembrança de infância. E a Kodak conecta muito bem com isso. A foto impressa, a durabilidade do produto e a marca. É um elemento da memória da infância que conecta no presente.

    Na outra marca que nós comercializamos, que é a Guzzini, por exemplo, eu vendo muito relógio Cuco. As avós das pessoas tinham um relógio cuco, agora as netas querem um produto revisitado, com design novo, para que seus filhos tenham lembranças disso. É um típico item que vai bem com a Geração Millennial.

    E para a Geração Z o retrô é novo. O que para você é uma lembrança do passado, para a Geração Z é novidade. Em um universo completamente digital, onde nada é tangível, uma foto impressa é algo novo. Se perder a senha da conta, ele perde toda a sua história. É um pessoal que vive em um universo onde sua história está em uma rede social, está na nuvem, totalmente intangível e fracionada. Essa geração começou a ter saudade do que é diferente na vida dela.

    Eles são curiosos, querem entender como marcas e coisas duravam tanto. Dentro do universo de Facebook e Instagram eu tenho toda minha vida digital e frívola; pensar em produtos que vão perdurar por 50, 60 anos é uma inovação incrível, gerando um vínculo muito forte para essa galera da Geração Z. Eles vivem o produto com uma sensação diferente. Não é uma saudade. É tudo muito novo. É uma inovação ter a foto impressa na sua geladeira, sempre presente, sem precisar recarregar. O movimento retrô para eles tem esse aspecto.

    Veja também:  Mood Group anuncia Fernanda Queiroz como VP de Negócios

    Para a Geração X, é o retorno da marca que eles conhecem e confiam. Para os Millennials traz um pouco da saudade e o alívio da ansiedade de um mundo onde nada dura, com produtos de qualidade e durabilidade de décadas. E para a Geração Z é uma coisa completamente diferente, inovadora. Eles não conseguem nem imaginar o que é uma marca de 100 anos. “Como assim uma foto que vai durar até meu neto?”. Seu celular vai durar 5 anos, agora essa foto que você vai pregar na geladeira vai durar gerações. Eles acham isto uma coisa louca.

    É interessante ver que o movimento retrô tem essa temática e nós acreditamos muito que isso vai ajudar a impulsionar a marca também.

    Como vocês avaliam a receptividade do público brasileiro a este produto?

    Nós nos conectamos com simpatia. Eu não estou comunicando muito, estou apenas reconectando a simpatia da marca com um produto que tem tudo a ver com a história e esse objetivo foi atingido com sucesso porque as pessoas compreenderam e acharam positivo. Essa primeira etapa ainda vai durar um pouco mais, mas já conseguimos conectar com a lembrança de uma forma muito positiva.

    Agora começaremos com uma etapa que vai reforçar essa lembrança, mas já mostrando um pouco mais da aplicação do produto na vida das pessoas. A utilidade da câmera. Uma coisa é se conectar com a marca, agora precisamos mostrar para que serve este produto no dia a dia. E aí completaremos a volta da Kodak na fotografia. Do meio para o final do ano vamos ampliar um pouco o portfólio da marca. Existem outras soluções que já temos intenção de trazer para o país, tanto no segmento de fotografia, como de outros mercados. Alguns produtos são releituras de itens antigos. Acredito que o pessoal vai achar interessante.

    Nas ações de ponto de venda, onde estamos próximos do cliente, quando explicamos o porquê deste produto, o pessoal acha muito legal. A conexão forte é sempre com a Geração Z. Uma criança tira uma foto na loja e “Wow! Eu quero isso!”. Quando tem Geração Z nas lojas, a venda acontece. Não é um produto para você comprar tecnicamente, é para você ver que é para registrar um momento, uma emoção em alta qualidade.

    Basta você comprar uma Mini Shot Retro e ir a uma festa de aniversário. Você vai tirar foto no celular, na câmera, imprimir na hora. Depois de um minuto seu amigo vai atrás de você e pede para imprimir uma foto dele. Aí você vai virar um embaixador da marca instantaneamente. A gente vê esse fenômeno do early buyer, sendo o ponto de referência e as demais pessoas vão acabar comprando pela sua influência. Teve um cliente que nos contou através das redes que imprimiu a foto do filho recém-nascido, carimbou o pé da criança e deu de presente para os convidados. Olha que ideia legal!

    Como você imagina o futuro dessa onda retrô?

    Eu vejo que o retrô veio para ficar principalmente nos aspectos da durabilidade. Quando você vê o “É o Tchan” no BBB de 2024 é isso. O retrô vai se alimentar destas lembranças longas, e vai revisitar muitas marcas. Marcas que perduram. Ideias que inovaram. As coisas ruins dessas épocas serão enterradas, mas as marcas que fizeram algo relevante vão ser relidas com novas tecnologias e novos propósitos.

    A durabilidade das coisas é um ponto chave daqui para frente. A revisão do conceito de obsolescência programada. Não faz sentido lançar produto para jogar fora. Isso deve ser muito forte daqui para frente. Tecnologia sim, mas com durabilidade e sustentabilidade.

    Quais os planos da Brazil Electronics para o futuro?

    Estaremos na feira Eletrolar, a maior feira de eletrônicos do Brasil, com os stands da Kodak e da Guzzini. As duas marcas terão muitos lançamentos de novos produtos para o mercado brasileiro. Falando especialmente de Kodak, teremos novos itens na feira. Estaremos expondo novos itens desta linha que já temos e novos produtos diferentes para o mercado brasileiro. E claro, teremos novidades da linha da Guzzini.

    Nós continuaremos nosso ciclo de uso de produto, mas já haverá uma expansão de itens e marcas na feira Eletrolar. A Brazil Electronics está expandindo a profundidade de portfólio nas marcas que tem e vai começar a trazer novas marcas icônicas para o mercado brasileiro.

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