Recentemente a Brand Finance divulgou o ranking Brasil 100 2026, trazendo as marcas brasileiras mais valiosas neste ano. O destaque fica para nomes como Itaú, Antarctica, Sadia, Nubank e diversas outras.
Neste episódio do GKPBcast, Matheus Ferreira, Caroline Ferradosa e Victor Alexandro conversam sobre o ranking que revela não só as marcas que valem mais, como também as mais fortes. A conversa busca entender melhor as colocações de cada marca levantando pontos de destaques dos rankeados.
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Brasil 100 2026 – Resumo do episódio
O episódio do GKPBcast analisa o ranking da Brand Finance com as 100 marcas mais valiosas do Brasil em 2026, destacando o domínio absoluto do setor bancário que ocupa as cinco primeiras posições com marcas como o Itaú e o Nubank, demonstrando a força de sua marca roxa e sua capacidade de inovar em um setor estagnado.
Entre as maiores surpresas do ranking, destacam-se a Sadia, que subiu da 10ª para a 7ª posição com crescimento de 35% no valor da marca (impulsionada por expansão internacional e patrocínios como o da seleção brasileira), e a Antártica, que deu um salto impressionante da 78ª para a 46ª posição com crescimento de 125%, sendo a marca que mais cresceu no Brasil em 2026 embora ninguém consiga explicar exatamente o que a Antártica fez para merecer tal crescimento, já que não houve campanhas de comunicação visíveis. Outra surpresa é a Sol de Janeiro (marca brasileira de cosméticos, 43ª posição), que subiu 10 posições e tem sido muito bem-sucedida no mercado internacional, mas cuja inclusão gera debates sobre se deveria estar no ranking já que opera prioritariamente fora do Brasil.
O episódio também aborda a diferença entre “marcas mais valiosas” e “marcas mais fortes”: enquanto o Itaú é o mais valioso, a marca mais forte do Brasil é a Porto (antiga Porto Seguro), com pontuação de 96,9 de 100, seguida pelo Nubank (95,2) e Sadia (93,5), em critérios que medem familiaridade, confiança, preferência e apego. Os apresentadores comentam casos curiosos como a Oi, que “todo ano está falindo mas nunca desaparece”; a presença de marcas regionais como Banco do Nordeste e CEMIG; e a recente polêmica do Nubank, que disparou erroneamente e-mails e notificações avisando clientes sobre a “liquidação do banco”, um erro operacional que gerou enorme confusão e críticas sobre a transparência da comunicação. O episódio conclui que o ranking é um retrato fiel do consumo brasileiro, com bancos, varejo, alimentos e cervejas dominando a lista, enquanto marcas tradicionais como a Renner caem posições e outras, como a Smart Fit, sobem impulsionadas pela tendência do wellness.
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- Fora da Tela: O poder das ações offline;
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