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    Disney: Star+ e Disney+ são diferentes e complementares

    Em entrevista com Natalia Scalia, tiramos algumas dúvidas que o consumidor pode ter com a chegada do novo Star+ ao país

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    O Star+ chega hoje ao Brasil e vários outros países da América Latina. E com a chegada recente do Disney+ no país, o público pode acabar se confundindo um pouco na hora de escolher qual pacote de serviços de streaming da Disney vai assinar. E foi justamente para tirar essas dúvidas que nós participamos de uma mesa redonda com Natalia Scalia, Vice-presidente sênior e chefe de atendimento direto ao consumidor, The Walt Disney Company Latin America ao lado de outros veículos da região.

    Durante alguns poucos minutos de conversa, Natalia esclareceu as diferenças básicas de estratégia com a marca Star+ para a América Latina como um todo, falou um pouco das especificidades brasileiras na região e ainda explicou como os serviços Star+ e Disney+ são essencialmente diferentes e se complementam para uma ampla oferta de conteúdo para toda a família.

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    Confira abaixo alguns dos principais pontos da nossa conversa.

    Qual a participação do Brasil na estratégia de Brasil no lançamento do Star+ no Brasil?

    O Brasil é um mercado muito relevante para nossa região. Especificamente no mundo do streaming. Há uma particularidade que temos com o Brasil em relação ao restante do mercado da América Latina por conta do idioma, o que nos obriga sempre a sermos muito mais específicos quando pensamos nesse mercado.

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    O Brasil tem também muita força nos esportes, e nós vamos trabalhar com Star+ em uma proposta combinada de entretenimento geral e esportes. E em esportes pelas mãos dos conteúdos da ESPN, com todo o conteúdo que temos hoje no mundo, e no caso do Brasil, com os eventos esportivos próprios que temos hoje disponível para este mercado.

    O Brasil é uma grande parte da nossa estratégia, mas a estratégia é sempre regional. O que eu quero dizer é que para ser regional também tem que ser indicado para o Brasil, pelo peso que tem esse mercado. Trabalhamos muito forte também nas produções locais produzidas no Brasil. Com o lançamento de Star+ estamos estreando a terceira temporada de Impuros, que é uma série produzida no Brasil, e assim seguiremos trabalhando adiante.

    Star+ em alguns outros países entra como algo dentro da Disney+, e na América Latina ele vem separado. Por quê?

    A estratégia da América Latina é um pouco diferente de outros países do mercado internacional. Em alguns países, como você disse, o Star+ é parte do catálogo da Disney+. Por um lado, Disney+ foi um produto que chegou muito forte na nossa região com uma proposta familiar e infantil. O que representa a marca nesta região e é muito importante para este público. As marcas que compõem a Disney+ (Pixar, Disney, Marvel, Star Wars e National Geographic) têm essa mesma afinidade e experiência para este público e cremos que esse posicionamento é tão forte, que queremos deixar como está.

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    E a decisão de apresentar o Star+ como um produto independente também tem a ver com a complementariedade absoluta que o serviço tem com a Disney+ e o foco que será dado à audiência adulta. Com a aquisição da Fox nós herdamos um catálogo de entretenimento geral e produção com afinidade com o segmento de pessoas adultas e onde pretendemos ser uma referência em entretenimento para este público, passando por todos os gêneros, tocando em todos os temas relevantes para estas audiências e gerando uma personalidade muito concreta e uma proposta de valor que seja clara para este público.

    Soma-se a isso a possibilidade de entregar nessa proposta o esporte pelas mãos da ESPN. Encontramos uma grande oportunidade de construir uma proposta vertical, individual, que ocupe um lugar único no mercado de streaming da região. E os consumidores podem combinar as assinaturas por meio do combo plus. Que é um plano com um preço único, que implica em um certo nível de desconto versus o valor separado de cada um dos serviço e que permite ao assinante que contrate os dois serviços com as mesmas credenciais. O mesmo usuário e senha poderá ser utilizado para logar nas duas plataformas. Nós temos uma estratégia de portifólio diferenciada e complementar. E acredito que temos componentes fortes para justificar este tipo de presença.

    Disney+ se lançou em novembro no Brasil, não é muito cedo para trazer outra marca ao Brasil? Agora que as pessoas estão começando a se acostumar com o serviço. Como será essa diferenciação da comunicação.

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    Com Disney+ estamos muito bem no Brasil, tivemos uma recepção no Brasil. Principalmente com o conteúdo de Marvel, tivemos uma relevância muito grande neste mercado em particular e ocupamos um espaço claro no público familiar. E acredito que é o contrário, o Star+ chega em um momento ideal.

    Há quem quer a experiência mais voltada ao universo da Disney+ e quem quer o conteúdo mais maduro, com foco nos esportes, do Star+. E são complementares nas ofertas. O que faremos com isso é expandir mais o nosso share of time do nosso assinante. Completando todas as suas expectativas de entretenimento com uma proposta complementar com é o Star+.

    Assim nos parece o momento adequado para completar a proposta total com diferentes pilares de entretenimento: esportes, conteúdo familiar e infantil, e conteúdo de entretenimento voltado ao público adulto.

    Star+ está sendo lançado hoje no Brasil e já pode ser adquirido por valores que começam em R$ 27,49 no plano anual, ou R$ 45,90 no plano que une toda a oferta de conteúdo do já conhecido Disney+ ao Star+. Mais informações no site oficial do Star+ para o Brasil.

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