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    De 269 agências do país, apenas 15,9% tinham o home office como uma prática habitual

    A pesquisa "Home office: tá bom pra todo mundo? Mesmo?" evidencia o contraste do que é dito pelos líderes de agências nos veículos de notícia, frente ao que sentem os profissionais da empresa.

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    Muitas empresas foram obrigadas, para manter a sua produção, a adotarem o home office. Porém, diferente do que muitas dizem atualmente, a prática não era tão bem vista ou até mesmo habitual. Uma pesquisa feita com funcionários do “baixo escalão” das agências mostra que a verdade por trás do home office é outra.

    A pesquisa feita por Lucas Schuch, âncora do podcast “Propaganda não é só isso aí”, mostra que a realidade que as agências tem apresentado na mídia, no que diz respeito ao home office, é bem diferente: das 269 agências mencionadas na pesquisa, apenas 15,9% tinha a prática de liberar (sem questionamentos) o home office para os funcionários.

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    Como se não bastasse, mesmo se tratando com identidade anonima, por algum motivo 1/4 dos profissionais tiveram receio de informar o nome da agência em que atua. Por outro lado, o estudo, além de evidenciar o contraste do que é dito na mídia pelas agências e a realidade, reúne alguns insights interessantes acerca do assunto.

    Afinal, o home office solucionou todos os nossos problemas?

    De certo, se a maioria das agências não adotavam a prática do home office, sem preparo, haveria problemas quando essa hora chegasse. Apesar de possibilitar que o trabalho continuasse e os empregos fossem mantidos (para alguns), 50,4% dos funcionários não se sentiam preparados para o home office. Os motivos estão ligados à natureza do trabalho de publicidade que depende do contato humano, e também do abuso com horários por parte
    das lideranças.

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    “Já fui acordado 7h de domingo e recebi e-mail 22h de uma sexta. Me sinto um obstetra de plantão” diz um profissional da criação.

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    Como já previsto, infelizmente, 65,1% dos profissionais afirmaram que se sentem menos saudáveis mentalmente. Porém, inesperadamente, mesmo com as pessoas não se sentindo mentalmente saudáveis, a cobrança não diminuiu. 44,8% afirmaram que as cobranças continuam iguais e outros 40,5% afirmam que, na verdade, só aumentou.

    Apesar de mostrar dados preocupantes e que mostram como o mercado lida com seus funcionários, é possível observar um número pequeno de agências que já adotavam e continuam adotando medidas que também beneficiam seus funcionários.

    Para conferir a pesquisa “Home office: tá bom pra todo mundo? Mesmo?” completa, basta clicar aqui.

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