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A conexão com o fã pelo licenciamento musical | Licensing Con LATAM 2026

Vinícius Bungi discute o mercado de licenciamento musical, destacando a importância de experiências imersivas. Ouça já o papo completo!
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por Victor Alexandro em gkpb.com.br
1 de setembro de 2026
Vinícius Bung i da Brand House em entrevista no ep cast sobre licenciamento musical, com logotipos GKPB Cast e Licensing Con LATAM 26
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O que você precisa saber

  • Vinícius Bungi, Head de Estratégia da Brand House, discute o mercado de licenciamento musical, destacando a importância de experiências imersivas como a AC/DC Power Up House, que vai além do produto físico.
  • A Brand House, maior agência de licenciamento de bandas na América Latina, possui quase 600 IPs e atua com diversificação para K-pop, games e animes, enfrentando desafios únicos no licenciamento de artistas musicais comparado a outras propriedades intelectuais.
  • No Brasil, há potencial inexplorado devido à falta de preparo dos artistas para o licenciamento, mas a Brand House busca transformar talentos nacionais em propriedades intelectuais com produtos e experiências que conectem profundamente fãs e marcas.

Neste episódio, Matheus Ferreira e Victor Alexandro recebem Vinícius Bungi, Head de Estratégia da Brand House, para uma conversa sobre o mercado de licenciamento de bandas e artistas, os desafios de estruturar propriedades musicais e a importância de criar experiências que vão além do produto.

Na conversa, que aconteceu durante a Licensing Con LATAM 2026, Vinícius compartilha sua trajetória no universo da produção audiovisual e do varejo, e detalha como a Brand House, maior agência de licenciamento de bandas e artistas da América Latina, atua com um portfólio de quase 600 IPs, conectando marcas, varejo e fãs por meio de estratégias integradas.

Destaques do episódio:

– O case AC/DC Power Up House no Brasil – uma experiência imersiva de 400m² que combinou loja, pub temático, workshops e memorabilia
– As particularidades do licenciamento de artistas musicais em comparação com outras propriedades intelectuais
– O potencial ainda inexplorado dos artistas brasileiros no mercado de licenciamento
– A diversificação do portfólio com K-pop, games e animes (como Genshin Impact e Attack on Titan)

Profissionais do mercado de licenciamento, entretenimento e varejo encontram neste episódio insights valiosos sobre como estruturar propriedades musicais e criar conexões duradouras com o público.

Confira já esse episódio completo gravado em parceria com o EP Grupo.

Resumo do episódio

O episódio especial do GKPBcast traz uma conversa sobre licenciamento musical e conexão com o fã. Vinícius, que tem formação em cinema e produção audiovisual, atuou por 15 anos em empresas e franquias antes de se juntar à Brand House em 2022. A Brand House, fundada há 15 anos, é a maior agência de licenciamento de bandas e artistas da América Latina, com quase 600 IPs em seu portfólio, atuando no Brasil, Colômbia, Chile, Peru e Equador.

O foco principal da agência é o rock e o metal, mas eles também têm expandido para K-pop, games e animes, como Genshin Impact e Attack on Titan. Vinícius explica que a Brand House não apenas licencia marcas para o varejo, mas também criou um braço de experiências para atender o público de rock, que buscava um valor agregado maior em eventos. Foi assim que nasceu a AC/DC Power Up House, uma experiência imersiva de 400 m² que combinava loja, bar temático (com drinks e lanches como o “Angus Young Burger”), workshops de guitarra, shows e memorabilia da banda, superando o conceito de uma simples pop-up store.

A conversa destaca a diferença entre licenciar bandas e licenciar outras propriedades (como animes e games): enquanto estas últimas já nascem com estrutura de mercado, as bandas geralmente “explodem” e depois precisam descobrir como monetizar sua marca. Além disso, o licenciamento musical envolve o artista diretamente nas decisões; o vocalista ou integrante da banda (como no caso do Iron Maiden, que também é cliente da Brand House) participa das escolhas de produtos e parceiros, o que torna cada caso único e imprevisível.

Sobre o mercado brasileiro, Vinícius revela que os artistas nacionais ainda são um desafio: “falta preparo” para pensar em licenciamento, embora haja exceções como o Tardezinha (de Dilson) e a cantora Anitta (que tem uma coleção própria). A Brand House está constantemente em negociação com artistas brasileiros, mas esbarra na falta de visão estratégica para transformar o talento em propriedade intelectual que gere produtos e experiências para além dos shows.

Sobre o futuro, Vinícius anuncia spoilers para os fãs do Iron Maiden: a banda tocará no Brasil em outubro (dias 25, 27 e 28), e a Brand House estará presente com experiências para o público. Também revela que já estão planejando uma experiência póstuma para um artista em 2027, que será uma homenagem à sua trajetória. O episódio termina com a reflexão de que o produto físico deve ser “uma extensão de uma experiência”, algo que faça o fã se arrepiar ao lembrar do momento em que o adquiriu e que o mercado de experiências ainda tem muito espaço para crescer e se diversificar no Brasil, especialmente com o uso de tecnologias híbridas e realidades mistas.

Episódio completo no Spotify

GKPBcast na Licensing Con LATAM 2026 – Uma série realizada em parceria com o EP Grupo (@epgrupo) e Estúdio Soap Box (@soapbox.estudio).

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