As instituições financeiras disputam espaço no feed, no bolso e, agora, no repertório cultural de uma geração acostumada a consumir identidade visual tanto quanto serviço. É nesse cenário que a NG.CASH, conta digital focada nas novas gerações, lança a campanha ‘CINEMATIC’, uma aposta que troca o discurso tradicional de produto por uma narrativa inspirada no universo do cinema para apresentrar quatro novos modelos de personalização de cartão.
Apostando em uma ironia visual, a marca traz personagens em ambientes clássicos e engessados, típicos de filmes antigos, que contrastam com um porduto que representa justamente o oposto: liberdade de expressão, identidade e customização. Em vez de destacar funcionalidades financeiras de forma direta, a marca coloca o cartão como peça central na narrativa, incorporando referência cinematográficas e humor para criar identificação com o público jovem.
O movimento acompanha uma mudança cada vez mais evidente entre marcas que falam com o público jovem: produtos deixaram de competir apenas por utilidade e passaram a disputar relevância estética e simbólico. No caso da NG.CASH, o cartão deixa de ser apenas um meio de pagamento para assumir um papel visual e comportamental dentro da experiência da marca.
Como impacto, os novos presets de personalização aparecem inseridos organicamente na história, como elementos de cena que ajudam a construir a identidade dos personagens. A intenção, segundo a empresa, é que o público enxergue o cartão quase como uma extensão visual da própria personalidade, dinâmica semelhante ao que aconteceu nos últimos anos com acessórios tecnológicos, skins de jogos e itens de moda.
“A nova geração não quer consumir produtos que parecem todos iguais, quer se reconhecer naquilo que usa, inclusive quando o assunto é dinheiro. A gente entende que construir uma marca forte passa por criar repertório cultural, gerar conversa e ocupar espaços que normalmente não são associados ao mercado financeiro”, afirma Antônio Nakad, CMO e co-fundador da empresa.
“Existe uma lógica muito antiga no sistema financeiro, inclusive na forma de comunicação. A gente quis brincar justamente com isso: mostrar que é possível inovar até dentro de estruturas que ainda parecem presas ao passado. O jovem percebe rapidamente quando uma marca tenta parecer moderna sem realmente entender sua linguagem”, explica Antonio.
