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    Quem ainda compra em loja física? | Break Publicitário #39

    No episódio 39 do Break Publicitário, Matheus Ferreira, Erik Rocha e Victor Alexandro conversam sobre e-commerce e loja física

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    A digitalização das empresas ganharam um impulso acelerado pelo isolamento social e fizeram com que praticamente todas as lojas encontrassem alguma maneira de comercializar seus produtos online. Com tantas opções e diversas ferramentas de comparação de preço, fica difícil encontrar algo de relevante na experiência de compra na loja física. Afinal, quem ainda compra em lojas físicas?

    Neste episódio do Break Publicitário, Matheus FerreiraErik Rocha e Victor Alexandro falam um pouco sobre as mudanças mais recentes do universo do e-commerce com opiniões e dados estatísticos para o futuro do universo das vendas.

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    O crescimento do e-commerce

    Por conta da pandemia, muitas pessoas acabaram ficando bastante tempo sem realizar grandes compras em lojas físicas, com exceção de mercados, e isso fez com que as lojas digitais passassem a se tornar prioridade no momento da compra.

    De acordo com o Índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust/Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net), “O faturamento do comércio eletrônico teve um resultado expressivo no ano de 2021: a alta foi de 48,41% na comparação com 2020. Considerando o mesmo período, as vendas do e-commerce cresceram 35,36%”.

    Quem está por dentro do mercado publicitário, sabe que as agências agora passam a contratar cada vez mais profissionais responsáveis pela gestão dessas lojas digitais, especialistas em conversão, UX etc.

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    O impacto na pandemia na digitalização de quem ainda não era digital

    Segundo levantamento realizado com mais de 5 mil empresas, pela plataforma de hospedagem de sites HostGator, mostrou que mais de 50% das empresas passaram a investir no meio digital durante a pandemia. Desses, mais de 60% perceberam aumento nas vendas.

    A pesquisa aponta que 28% dos negócios, sendo parte ou o todo, migraram para o ambiente digital durante o período da Covid-19. No período da pandemia, mais de 40% tiveram aumento nos acessos de seus sites e meios digitais de venda. A mesma pesquisa mostra que 97% das empresas têm presença on-line, desses, 65% atuam de forma totalmente digital e 32% ainda alternam entre físico e on-line (híbrido).

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    Ainda no levantamento é possível verificar tendências para o setor: mais de 60% dos participantes da pesquisa pretendem aumentar o investimento no formato digital e apenas 7% planeja diminuir.

    Melhora dos serviços de quem já era digital

    Antes da pandemia, as marcas até tinham seus ambientes ali no digital, mas só passaram a investir fortemente a partir do momento em que todos passaram a criar seus negócios virtuais.

    Com a chegada da concorrência no digital, foi comum observar diversas marcas ampliando seus serviços e aprimorando seus sites para melhorar a experiência do consumidor.

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    O sucesso dos marketplaces

    Não a toa, os marketplaces já foram tema do Break Publicitário e eles foram os que mais cresceram durante o período de pandemia. O Mercado Livre, por exemplo, já oferecia serviços excelentes, com diversos centros de distribuição espalhados pelo país.

    Entrega rápida

    Se em um momento anterior a pandemia o imediatismo de ter o produto em mãos no momento da compra era uma prioridade, alguns marketplaces trabalham intensamente para tornar essa prioridade real com as compras digitais. Marcas como Amazon, Americanas e Mercado Livre cresceram muito nesses dois anos de pandemia, principalmente ao oferecer seus serviços com entrega em 24h, conquistando os clientes mais ansiosos.

    Frete grátis

    Se por um lado existem consumidores que desejam receber seus produtos rapidamente, por outro existem aqueles que querem se livrar do preço dos fretes e a Shopee trabalha muito bem seus cupons de desconto para oferecer frete grátis para os clientes.

    Outro marketplace que também trabalha muito bem seus fretes é a Amazon, que garante frete grátis para assinantes da Amazon Prime.

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    Preço Baixo

    Para aqueles que procuraram por preços mais baixos durante a pandemia, marketplaces como Shopee e Aliexpress conquistaram os consumidores por conta da mais variada quantidade de produtos por preços acessíveis.

    Supermercado

    Já no quesito supermercados, existem aplicativos de entrega que estão trabalhando para tornar a experiência do consumidor ainda mais confortável ao receber seus produtos em casa.

    Durante o episódio, Matheus cita os trabalhos da Rappi Turbo Fresh e Cornershop como bons exemplos quando o assunto é entrega de mercado.

    Agilidade na comparação/histórico de preços

    Outra coisa que a compra na Internet proporciona é a facilidade na comparação de preços dos produtos. Ferramentas como Buscapé e Zoom trabalham de maneira muito boa mostrando até mesmo o histórico de preços dos produtos, para que você consiga saber se o preço atual está exagerado ou de acordo.

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    Os altos custos da operação da loja física

    Infelizmente, os custos para manter a operação em uma loja física pesam bastante nas despesas das marcas. Existem uma série de fatores que precisam ser acrescentados no momento final e acabam afetando nos preços dos produtos.

    Para fazer com que esse preço de “sobra” não caia sobre os consumidores, é importante que hajam alternativas para melhora da experiência, como realizar compras no site com a possibilidade de retirar na loja, um showroom ou algo do tipo.

    Considerações finais

    As lojas físicas ainda se apegam muito ao imediatismo dos consumidores e essa “vantagem” do físico acaba ficando cada vez para trás, pois as pessoas passam a se planejar para receber seus produtos esperando o período de entrega.

    Embora ainda existam pessoas que prefiram comprar as coisas em lojas físicas, o digital ganha cada vez mais força por conta da experiência proposta. É preciso que as marcas se posicionem para conseguir se diferenciar do digital, trabalhando estratégias que permitam o poder de barganha para o consumidor.

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    Obviamente, existem ocasiões onde a compra física é indispensável, mas não há como negar que o digital ganha destaque no olhar do consumidor em muitos dos pontos citados nesse episódio do podcast.

    Erik frisa um detalhe importante também de que infelizmente ainda existe muita marca que não comunica seu e-commerce com o físico e isso faz com que pareçam duas empresas diferentes, o que mostra um descaso grande com o consumidor e realmente não pode acontecer.

    Caso você tenha interesse em conferir toda conversa do podcast sobre quem compra em lojas físicas na íntegra você pode ouvir ou assistir o Break Publicitário em todas as plataformas digitais.

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