InícioPublicidadeBBB 21: Patrocinadores pedem por punição para agressões psicológicas

BBB 21: Patrocinadores pedem por punição para agressões psicológicas

Patrocinadores do reality já iniciaram conversas com a Globo sobre a gravidade de agressões psicológicas no BBB.

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✨ O que você precisa saber:

  • Patrocinadores do Big Brother Brasil 21 pedem revisão no sistema de punições do reality devido a casos de agressão psicológica ocorridos no programa, levantando preocupações sobre a exposição negativa das marcas.
  • Agência Wunderman Thompson, representando marcas como Avon e Coca-Cola, já se posicionou sobre o tema com a Globo, buscando alterações nas regras para punir agressões psicológicas em futuras edições do programa.
  • Conversas internas indicam que possíveis mudanças no regulamento do programa podem ser resultado da pressão dos patrocinadores, que atuam em resposta à opinião pública e preocupações sobre a imagem das marcas vinculadas ao BBB.

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Essa edição do Big Brother Brasil trouxe com muita força para as rodas de conversa o tema “agressão psicológica” após diversos casos ocorridos dentro do programa. Com medo de vincular suas marcas a situações como essa, os patrocinadores do BBB 21 pedem por uma revisão no sistema de punições do reality.

A conversa sobre o tema surgiu em um encontro realizado pela agência Wunderman Thompson, que representa duas marcas patrocinadoras do programa neste ano, a Avon e a Coca-Cola. Ao que tudo indica, as marcas já se posicionaram sobre a temática com a Globo e a expectativa é de que algumas regras sejam alteradas para 2022, buscando punição para agressões psicológicas dentro do programa.

O jornalista Mauricio Stycer noticiou em sua coluna no Uol que, de acordo com a vice-presidente de marketing da Avon, Danielle Bibas, a desistência do participante Lucas Penteado após diversos ataques psicológicos dentro da casa fez com que as conversas entre as marcas e a Globo acontecessem.

“Uma das conversas que a gente teve é que faz parte do regulamento do BBB que, se uma pessoa agredir a outra, a direção do programa tem o direito de eventualmente expulsar esse participante. Agressão física. O tema que foi levantado é: até que ponto vai a agressão psicológica, que pode se tornar tão ruim ou pior que uma pessoa dar um tabefe na cara do outro”, disse a executiva.

A edição do BBB 21 levou surpreendeu pelo número de patrocinadores envolvidos e é natural que as marcas se preocupem cada vez mais com esse tipo de exposição negativa. Outro patrocinador, a Amstel, se viu obrigado a mudar de estratégia para conter os danos causados pela pressão psicológica entre participantes do BBB. A empresa foi massacrada nas redes sociais após pagar para que influenciadores fizessem publicações em solidariedade a Karol Conka.

Pelas conversas vazadas no confessionário de pessoas da produção do programa chamando o Lucas de Gremilin, a gente já sabe que se algo mudar, realmente é por pressão dos patrocinadores. Que só fazem isso porque sentem a pressão do público.

Um bom indicativo de que essas conversas internas realmente estão acontecendo foi o que aconteceu no programa de ontem (06), onde o apresentador Tiago Leifert interviu na dinâmica do programa ao vivo para abrir uma conversa com os participantes sobre racismo e explicar um pouco do que os participantes João Luiz e Camilla de Lucas sentiram.

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