O Itaú Unibanco apresentou a campanha institucional da ia.i, nova ferramenta conversacional baseada em inteligência artificial do banco. A ação, assinada pela Africa Creative, dá sequência a uma movimentação que o banco já vinha construindo recentemente; a marca havia alterado seu próprio logo para destacar as letras “I” e “A”, antecipando o nome da novidade.
Disponível na tela inicial do aplicativo, a ia.i permite que os clientes conversem com o banco por voz ou texto, em linguagem natural, para tirar dúvidas, buscar informações e realizar operações como Pix. O nome da solução, sigla de “Inteligência Artificial Itaú”, também brinca propositalmente com a sonoridade de “e aí?”, reforçando o tom de proximidade que a campanha tenta emplacar.
O filme, dirigido por Jones Ricardo, aposta em um contraste conceitual para apresentar uma tecnologia de ponta, recorrendo a uma estética analógica, com imagens captadas em película, objetos físicos e trilha sonora gravada em fita, sem qualquer síntese digital, assinada pela Kora Records, com direção musical de Gab Soster e André Abujamra. A ideia por trás da escolha estética é representar fisicamente a “voz” da ia.i através de uma peça de vidro e plástico iluminada em tons alaranjados, dando corpo a algo que, na prática, é só código e processamento de linguagem.
A experiência está em fase inicial de testes, disponível para cerca de 300 mil clientes, com expansão gradual prevista para toda a base até o fim de 2026. O filme estreou no intervalo do Jornal Nacional e deve ganhar desdobramentos em outros canais nas próximas semanas, promovendo um movimento que reforça como os grandes bancos brasileiros têm disputado protagonismo na corrida por IA generativa aplicada à experiência do cliente, cada um tentando construir uma “personalidade” própria para suas ferramentas.
