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    McDonald’s é criticado e decide suspender campanha com seus arcos separados

    Alvo de críticas nos Estados Unidos por não pagar seus funcionários durante licença médica, McDonald's adianta fim da campanha que promovia distanciamento social.

    EM GKPB.COM .BR

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    ✨ O que você precisa saber:

    • O McDonald's lançou uma campanha com seus arcos repartidos ao meio em apoio ao distanciamento social, mas decidiu encerrar a campanha mais cedo devido a críticas nos EUA pelas tratativas com seus funcionários.
    • A campanha criada pela DPZ&T visava reforçar as recomendações de saúde para evitar a contaminação do coronavírus, mas acabou recebendo críticas nos EUA por não oferecer licença médica paga para funcionários durante a pandemia.
    • A empresa substituiu todas as peças da campanha por outras focadas em delivery e drive-thru, alegando que seguiram recomendações globais. Em 2018, o McDonald's Brasil também enfrentou críticas por não dar suporte adequado a uma funcionária envolvida em um incidente.

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    Na última semana, o McDonald’s lançou uma campanha com seus arcos repartidos ao meio em apoio ao distanciamento social. Porém, ontem (25) a empresa decidiu voltar atrás e adiantar o encerramento da campanha. O motivo para a suspensão é que a empresa está sendo alvo de críticas nos EUA pelas tratativas com seus funcionários.

    Criada pela DPZ&T, a campanha visava reforçar as recomendações de saúde para evitar a contaminação e disseminação do coronavírus. Sem dúvidas, o embate para conseguir separar os arcos com sua matriz deve ter sido grande, mas ainda assim o McDonald’s Brasil conseguiu. A repercussão da campanha foi mundial e nos EUA acabou se tornando alvo de críticas.

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    Nos Estados Unidos a empresa optou por não oferecer licença médica paga para seus funcionários durante a pandemia do coronavírus. Entre as diversas pessoas que criticaram a campanha e a atitude do McDonald’s, está o pré-candidato a presidência dos EUA, Bernie Sanders, que declarou: “dê aos seus trabalhadores licença médica remunerada”.

    Ao B9, a empresa se posicionou afirmando que “apesar da repercussão positiva da campanha no Brasil, seguiu a recomendação global de antecipar a comunicação sobre delivery e drive-thru, atualizando o conteúdo em seus canais digitais.”

    Com isso, todas as peças foram substituídas por outras focadas no delivery e drive-thru.

    Vale lembrar que, ainda em 2018, o McDonald’s Brasil se livrou por pouco de se envolver em uma grande crise pelo mesmo motivo, quando a funcionária da rede Jussara Araújo de Souza foi empurrada no Metrô. Em entrevista à BandNews FM, a atendente disse que o não recebeu sequer uma folga no dia seguinte e que precisaria ir até o restaurante; mesmo estando com 30 pontos no joelho. Depois da declaração o McDonald’s informou ao G1 que daria “todo o suporte e conforto à funcionária e seus familiares”.

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