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Youtube recebe processo por discriminação contra comunidade LGBTQ+

A plataforma tem dificultado a veiculação anúncios com conteúdos LGBTQ+, monetização e restringido a idade.

EM GKPB.COM .BR

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✨ O que você precisa saber:

  • Youtubers LGBTQ+ enfrentam dificuldades na plataforma do Youtube, incluindo restrições de monetização e cortes em seus ganhos.
  • Restrições impostas visam proteger crianças de conteúdo considerado sensível, limitando o alcance de vídeos marcados.
  • Produtores de conteúdo LGBTQ+ como Brett Sommers, Bria Kam, Chase Ross, Chrissy Chambers e Lindsay Amer estão processando o Youtube e Google por discriminação e restrições injustas.

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Os youtubers que pertencem à comunidade LGBTQ+ estão passando por uma série de dificuldades dentro da plataforma do Youtube, entre elas está a restrição do acesso à monetização de seus conteúdos, o que leva o Youtube e Google a receberem diversos processos por parte dos seus criadores de conteúdo.

Nos últimos anos a comunidade LGBTQ+ tem sofrido com diversas alterações que o Youtube e Google vem realizando para restringir o acesso à conteúdos criados por essas pessoas. Os ganhos dos youtubers LGBTQ+, que podem ser através de anúncios em seus canais ou veiculando seu conteúdo à anúncios do Youtube, tem sofrido constantemente com os cortes realizados pela plataforma.

As restrições impostas, de certa forma, visam ‘proteger’ crianças de conteúdo considerado sensível e como uma das ações limitam o alcance desses vídeos marcados. Configurando que a marcação é para evitar que crianças sejam expostas à existência de pessoas LGBTQ+ e o conteúdo produzido por elas.

Brett Sommers, Bria Kam, Chase Ross, Chrissy Chambers e Lindsay Amer são alguns dos produtores de conteúdo que promovem o processo contra o Youtube e Google. O Gnews, que também produz conteúdos voltados para noticias do mundo LGBTQ+ afirma que tentou veicular um anunciou no qual obteve um retorno positivo da solicitação.

A CNN pode acessar uma gravação do processo em que o áudio analisado apresenta um funcionário do Google AdSense alegando que uma propaganda não foi aprovada por ter “conteúdo gay”.

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