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Rumo ao Gol: O que o marketing pode aprender com a Copa do Mundo

A Copa do Mundo é uma competição que mobiliza o país, sendo uma excelente oportunidade para marcas mostrarem sua expertise em marketing. Ouça já!

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✨ O que você precisa saber:

  • A Copa do Mundo é uma competição que mobiliza o Brasil a cada 4 anos, sendo uma excelente oportunidade para marcas mostrarem sua expertise em marketing.
  • O episódio do GKPBcast discute os desafios e oportunidades do marketing na Copa do Mundo de 2026, com destaque para o potencial do uso de aplicativos de apostas e redes sociais.
  • As marcas que desejam se associar ao evento devem focar em associações culturais, criar edições limitadas e investir em estratégias omnicanal para obter sucesso no pós-Copa.

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A cada 4 anos o Brasil inteiro se reúne para celebrar a maior competição de futebol do mundo. A Copa do Mundo mexe com o orgulho nacional e é uma excelente oportunidade para marcas dos mais variados segmentos mostrarem sua expertise em marketing.

Neste episódio do GKPBcastMatheus Ferreira, Caroline Ferradosa e Victor Alexandro discutem os desafios e oportunidades da Copa do Mundo e como as marcas podem aproveitar este momento para alavancar sua presença no digital.

Confira o episódio completo no YouTubeSpotifyDeezer ou qualquer outra plataforma de streaming que seja da sua preferência.

Rumo ao Gol – Resumo do episódio

O episódio do GKPBcast discute o potencial e os desafios do marketing na Copa do Mundo de 2026, que será um marco histórico por reunir 48 seleções em 104 partidas distribuídas por 16 cidades nos Estados Unidos, México e Canadá. Os apresentadores analisam dados da pesquisa da Apps Flyer sobre a Copa de 2022, que revelaram um crescimento expressivo em setores como streaming (46% mais instalações no dia da abertura), notícias esportivas (aumento de 72%), delivery (6,7% na América do Sul) e, especialmente, aplicativos de apostas, onde o Brasil respondeu por 27% dos downloads globais de bets no segundo semestre de 2025, após a legalização. O estudo mostra que o mobile deixou de ser uma “segunda tela” e se tornou o centro da experiência do fã, com 811 milhões de contas alcançadas pelas redes sociais da FIFA e um engajamento 448% maior que em 2018.

A conversa também aborda as críticas ao protagonismo das casas de apostas no marketing esportivo brasileiro. Os apresentadores apontam uma “crise moral estrutural” no futebol, evidenciada pela proliferação de bets como patrocinadoras. A TV Globo, por exemplo, terá duas casas de apostas como patrocinadoras oficiais da transmissão, um movimento interpretado como desespero diante da perda de exclusividade sobre os direitos de transmissão. O episódio compara o fenômeno à capacidade da FIFA de proteger suas propriedades intelectuais, citando casos históricos como a proibição do uso da tipografia “Pagode” na Copa de 2014 e a blindagem de termos como “Copa do Mundo”, nomes de países e até mapas, com ações judiciais contra marcas não licenciadas.

Por fim, os apresentadores oferecem orientações para marcas que desejam se associar ao evento sem infringir as rígidas regras da FIFA. A recomendação é focar em associações culturais (como brasilidade, verde e amarelo), criar edições ultra limitadas para reduzir riscos e investir em estratégias omnicanal que conectem TV, mobile e ativações físicas. O verdadeiro sucesso, segundo o estudo citado, não virá de quem explorar apenas a janela do torneio, mas de marcas que já iniciaram seu planejamento e conseguirão reter os consumidores no pós-Copa, mensurando resultados por meio de atribuição, testes de eficácia e modelagem de mix de mídia.

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