Em mais um de seus projetos proprietários de sucesso ao redor do mundo, a Red Bull executou no Brasil mais uma edição do Red Bull Basement. O evento tem como intuito o empoderamento de estudantes para o desenvolvimento de ideias capazes de gerar impacto real, conectando inovação, tecnologia e criatividade. Neste ano 5 projetos foram selecionados para a etapa final, realizada no Inteli, Instituto de Tecnologia e Liderança localizado no Campus da USP.
Neste ano o projeto, que teve parceiros globais como Microsoft e AMD premiou o projeto PhytoSense, de Analine Fernanda Machado e Caique Barbosa dos Santos, um aplicativo que utiliza inteligência artificial e visão computacional para identificar fitoplâncton a partir de imagens captadas em microscópio.
Durante a Final Nacional, os times finalistas apresentaram seus projetos para um painel de especialistas do mercado, que avaliou os pitches e escolherá a equipe vencedora. O projeto selecionado representará o Brasil na Final Mundial do Red Bull Basement 2026, que reunirá equipes de diversos países em uma imersão no ecossistema de inovação do Vale do Silício, nos Estados Unidos.
“É a primeira vez que o evento acontece aqui. Vimos o sucesso que o nosso aluno Yuri fez o ano passado sendo no campeão no Brasil e indo pra final global e estendemos o convite pra Red Bull Basement pra sediar o evento aqui no Inteli”, comentou Ana Garcia, diretora de Growth do instituto. “Nós gostamos muito de trazer essas iniciativas que conectam problemas do mundo real com conhecimento, onde os alunos podem desenvolver e trazer soluções pra problemas reais”, finalizou a profissional.

Já para os vencedores do desafio, o projeto foi uma oportunidade de conseguir recursos para colocar o sonho da dupla em prática. “Agora a gente pretende realmente fazer o projeto funcionar. Antes não tínhamos recursos suficientes, mas agora vamos ter ajuda pra conseguir fazer o projeto realmente dar certo”, comentou Caique Santos, estudante Ciência da Computação da Universidade Vila Velha, ao GKPB. “Esse projeto tem um potencial muito grande. Ele é capaz de causar uma revolução na ciência oceânica. Vai permitir entender muito mais sobre os nossos oceanos e as nossas mudanças climáticas. O fitoplâncton, em si, é um organismo que ele não tem a atenção que ele realmente precisa. Ele é muito importante. Então eu acho que esse projeto está vindo pra revolucionar”, completou a cientista Analine Machado.
A edição brasileira do Red Bull Basement 2026 registrou mais de 15 mil inscrições, reunindo estudantes e jovens criadores de todo o país. A etapa global acontece em 3 de junho de 2026, reunindo projetos selecionados ao redor do mundo em uma imersão com mentorias, conexões com especialistas e acesso a um ecossistema de tecnologia e empreendedorismo, ampliando o potencial de desenvolvimento e escala das ideias.

