Uma marca não pode controlar quem vai vestir ou usar seus produtos. Isso significa que qualquer empresa corre o risco de ver extremistas se utilizando de símbolos pertencentes às mais diversas empresas para endossarem discursos de ódio. Mas será que há alguma maneira contornar ou evitar situações como essas?
Neste episódio do GKPBcast, Matheus Ferreira, Caroline Ferradosa e Victor Alexandro debatem este contexto e trazem ensinamentos valiosos sobre como as marcas podem lidar com situações em que extremistas se apoderam de seus elementos.
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Resumo do episódio
O episódio “Quando extremistas vestem sua marca” discute os desafios que empresas enfrentam quando seus produtos ou símbolos são apropriados por grupos extremistas. Os apresentadores destacam que, embora uma marca não consiga controlar quem consome ou utiliza seus itens, essa apropriação pode gerar associações indesejadas com discursos de ódio ou intolerância. Esse fenômeno coloca em risco a reputação da empresa e abre espaço para crises de comunicação.
A narrativa enfatiza que a perda de controle sobre a imagem da marca é inevitável, já que qualquer pessoa pode adquirir e usar seus produtos. No entanto, quando figuras ligadas ao extremismo aparecem vestindo ou exibindo logotipos corporativos, a percepção pública pode ser profundamente afetada. Consumidores passam a relacionar a marca com ideologias nocivas, o que compromete sua credibilidade e pode afastar clientes.
Os apresentadores também discutem as possíveis respostas que empresas podem adotar diante dessas situações. Entre elas estão o posicionamento público para reafirmar valores éticos, campanhas de esclarecimento que reforcem a identidade da marca e, em alguns casos, medidas legais contra usos indevidos. A ideia central é que a reação da empresa é determinante para preservar sua imagem e demonstrar responsabilidade social.
Por fim, o episódio ressalta que a responsabilidade da marca não está em escolher quem a consome, mas em como ela reage quando sua imagem é usada de forma nociva. A postura adotada nesses momentos pode definir se a empresa será vista como cúmplice ou como defensora de princípios éticos, tornando essencial que haja preparo e estratégia para lidar com crises de reputação.
Quando extremistas vestem sua marca – Episódio completo no Spotify
Episódios anteriores:
- Folha Top of Mind 2025;
- Entrevista com Nescafé Dolce Gusto: Uma cafeteria na sua casa;
- O novo momento da Olé Alimentos.
