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Brasil não é São Paulo

Nesse episódio do GKPBcast Matheus e Carol conversam sobre marketing além do eixo Rio-SP, falando sobre oportunidades e desafios da comunicação no Brasil. Ouça já!

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✨ O que você precisa saber:

  • Compartilhar um case de ativação de marca não é mais suficiente para engajar o público, agora os seguidores querem participar ativamente.
  • O Brasil possui dimensões continentais e para ativar o país inteiro é necessário ser criativo, valorizar as equipes regionais e aceitar ideias dos consumidores locais.
  • Empresas que buscam se diferenciar devem valorizar as particularidades culturais de cada região, estimular equipes locais e adotar estratégias de marketing regional, conectando-se de forma mais eficaz com o público local.

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Foi-se o tempo em que compartilhar um case de ativação de marca nas redes sociais era suficiente para engajar o público. Os seguidores estão fartos de verem ativações acontecendo em São Paulo, eles agora querem participar.

O Brasil é um país gigantesco de dimensões continentais. Para ativar o país todo é preciso ser criativo e não economizar. Além disso, incentivar e aceitar as ideias das equipes e dos consumidores regionais também são fatores que contribuem para uma marca com uma real presença nacional.

Neste episódio do GKPBcastMatheus Ferreira e Caroline Ferradosa abordam o assunto e dão dicas de como conseguir se conectar com consumidores de todo o país de maneira estratégica e relevante.

Confira o episódio completo no YouTube, Spotify ou outras plataformas de streaming.

Brasil não é São Paulo – Resumo do episódio

O episódio do GKPBcast aborda a problemática da centralização do marketing e da comunicação no eixo Rio-São Paulo, um erro comum que ignora a riqueza e o potencial das outras regiões do Brasil. A visão homogeneizada do país, baseada na perspectiva paulistana ou carioca, impede que as marcas se conectem eficazmente com a diversidade cultural e regional do território brasileiro.

Empresas fora do eixo enfrentam desafios para competir em pé de igualdade, com dificuldades para atender grandes clientes nacionais. A concentração industrial e de apoio tecnológico no Sul e Sudeste agrava essa desigualdade. Estereotipar regiões, como reduzir o Nordeste ao cuscuz, é um obstáculo à comunicação eficaz.

No entanto, este cenário apresenta oportunidades para marcas que buscam se diferenciar. A chave está em valorizar as particularidades culturais de cada região, criando produtos e campanhas que ressoem com o público local. O picolé de cajá da Kibon para o Nordeste é um exemplo de sucesso.

Para mudar o panorama, as empresas devem valorizar equipes locais, dar-lhes autonomia e estimular a troca de informações regionais. O trabalho remoto facilita a contratação de profissionais de diversas localidades, enriquecendo a perspectiva das empresas. O e-commerce permite que pequenas empresas alcancem um público nacional, e a criação de produtos complementares, como fez o bar Vassoura Quebrada, expande o alcance das marcas locais.

É crucial reconhecer que nem toda empresa precisa atuar em nível nacional. Focar em estratégias regionais pode ser mais eficaz para algumas marcas. Ao abraçar a diversidade do Brasil e adaptar as suas estratégias de marketing, as empresas podem construir conexões mais fortes com os consumidores e alcançar o sucesso em um mercado em constante evolução. Este foco no regional, combinado com uma estratégia de SEO otimizada, permite que as marcas alcancem um público mais vasto e construam uma presença online e offline forte.

Brasil não é São Paulo – Completo no Spotify

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